quinta-feira, 15 de setembro de 2016

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* Ulrico Zuínglio 1484 - 1531 / Biografia

Ulrico Zuínglio

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre 
Ulrico Zuínglio
Nascimento1 de janeiro de 1484
WildhausAntiga Confederação Helvética
Morte10 de outubro de 1531 (47 anos)
Kappel am AlbisAntiga Confederação Helvética
OcupaçãoTeólogo
Ulrico Zuínglio, em alemão HuldreychHuldreich ou Ulrich Zwingli (WildhausCantão de São Galo1º de janeiro de 1484 —Kappel am Albis10 de outubro de 1531), foi um teólogo suíço e principal líder da Reforma Protestante na Suíça.
Zuínglio foi o líder da reforma suíça e fundador das igrejas reformadas suíças. Independentemente de Martinho Lutero, que eradoctor biblicus, Zuínglio chegou a conclusões semelhantes pelo estudo das escrituras do ponto de vista de um erudito humanista. Zuínglio não deixou uma igreja organizada, mas as suas doutrinas influenciaram as confissões calvinistas.

Biografia

Nasceu numa família rica da classe média, foi o terceiro de oito filhos. Seu pai Ulrico era o magistrado chefe da cidade e o seu tio Bartolomeu o vigário.
Fez os primeiros estudos em Basileia e Berna, e os estudos superiores em Viena e depois em Basileia, onde, em 1506, obteve o "Magister Sententiarum" (o título de Mestre das Sentenças de Pedro Lombardo). No mesmo ano foi ordenado sacerdote e destinado à paróquia de Glanora, na qual desempenhou com dedicação suas funções pastorais, sem descurar, por isso os estudos e os contatos com o mundo da cultura, tornando-se um convicto fautor do humanismo.
Em 1516 foi transferido para a abadia de Einsiedeln como capelão. Naquele santuário, a exuberância das práticas religiosas, que, nos fiéis, raiava pela superstição e, no clero, pelas práticas simoníacas, chocou profundamente o espírito do jovem sacerdote, preparando-o para as ideias da Reforma Protestante que não tardariam em vir da Alemanha.
Datam deste período os primeiros contatos com Erasmo de Roterdã, do qual se tornou grande admirador e em larga escala também seguidor.
Em 1519 foi transferido como cura da catedral, para Zurique, onde em suas pregações começou a criticar com insistência as indulgências e a comentar a Bíblia segundo o "evangelho puro", inspirando-se nos escritos de Lutero, que ele considerava substancialmente na linha do reformismo de Erasmo ou pelo menos não em antítese a ele. Mais tarde também atacou o celibato eclesiástico e o jejum e começou a conviver com uma viúva, a qual desposou publicamente em 1524. A partir de 1522 começou a criticar cada vez mais radicalmente a devoção a Nossa Senhora e aos santos, a autoridade dogmática e disciplinar dos concílios e dos papas, o culto das imagens, a missa como sacrifício. Em vista disso, o bispo de Constança proibiu-o de pregar, acusando-o de heresia.
A partir de 1522, ano em que se casou secretamente com Anna Reinhard, Zwingli se empenhou na obra da Reforma. Partindo do princípio de que só a Bíblia contém a doutrina necessária para a salvação, preparou 67 breves artigos de fé. Neles afirmava que Cristo é o único chefe da igreja e que a salvação se opera pela fé. Em De vera et falsa religione commentarius (1525; Comentário sobre a verdadeira e a falsa religião), negou o caráter sacrificial da missa, a salvação pelas obras, a intercessão dos santos, a obrigatoriedade dos votos monásticos, a existência do purgatório. Afirmou o caráter simbólico da eucaristia, divergindo de Martinho Lutero, que tomava de firma literal as palavras de Cristo "este é o meu corpo".
A reforma de Zuínglio foi apoiada pelo magistrado e pela população de Zurique e levou a mudanças significantes na vida civil e em assuntos de estado em Zurique. O governo de Zurique anulou a proibição do bispo, introduziu a língua alemã na liturgia e aboliu o celibato eclesiástico. A Reforma Protestante propagou-se desde Zurique a cinco outros cantões da Suíça, enquanto que os restantes 5 ficaram firmemente do lado da fé católica-romana.
Zuínglio organizou sessões de debate teológico, nas quais os argumentos dele e de outros protestantes eram confrontados com os argumentos da Igreja Católica oficial. Normalmente, os seus argumentos eram mais convincentes e estas sessões acabavam por ser um fortalecimento da reforma. Em Janeiro de 1523, foi organizada uma disputa em Zurique, com a presença de seiscentas pessoas, que assistiram a uma confrontação entre Zuínglio e os enviados do Bispo de Constança. Ao contrário do modelo medieval (disputatio), esta forma de disputa tem lugar em local público e não numa sessão fechada ao público, algures numa universidade, sendo falada em alemão e não em latim. Em 1528, uma sessão semelhante teve lugar em Berna.
Zuínglio tentou sem êxito a aliança entre Zurique, França e a Savoia, mas conseguiu organizar uma Aliança Cívica Cristã, que em 1529 já contava com vários cantões, iniciando-se a luta armada. Decidido a pôr fim ao perigo de intervenção imperial, em face da hostilidade dos cantões católicos, Zwingli incitou o Conselho de Zurique a atacá-los e, ao acompanhar as tropas como capelão, encontrou a morte em batalha, perto de Kappel am Albis, em 11 de outubro de 1531. Crê-se que o seu cadáver foi esquartejado e dado às chamas. 

Zuínglio e Martinho Lutero 

Calvinismo
John Calvin.jpg
João Calvino
Bases históricas:
Marcos:
Influências:
Igrejas:
Martinho Lutero frequentemente atacava algumas afirmações de Zuínglio. Muitas tentativas foram feitas para a aproximação dos dois reformistas, mas nunca tiveram sucesso. Quanto à visão teológica, a de Zuínglio tem muitos elementos em comum com a de Lutero nas negações, mas é muito diferente dela nas afirmações. De fato, o motivo que levou Zuínglio à Reforma é precisamente o contrário ao de Lutero. Este último era movido por razões fideístas: a incapacidade do homem, em virtude das quais o homem e Deus estão separados por um abismo tão grande que nenhuma série de intermediários jamais poderá transpor. Zuínglio, ao contrário, apoiava-se em motivos racionalistas e humanísticos: a bondade essencial do homem, que faz com que ele não precise de nenhuma série de impulsos para subir até Deus, porque está em condições de fazê-lo sozinho. A tendência racionalista da reforma zuingliana pode ser notada imediatamente nas seguintes doutrinas: redução do pecado original a um simples vício hereditário não merecedor de condenação eterna e sem diminuição das forças éticas do homem; valor positivo da Lei e não meramente negativo; felicidade eterna acessível também aos sábios pagãos que tivessem praticado a lei moral natural. Lutero e Zuínglio estão muito longe um do outro tanto pelos motivos teológicos quanto pelos motivos que se propuseram com a Reforma: enquanto Lutero que responder à questão "como serei salvo?", Zuínglio propõe outra: "como será salvo o meu povo?".
"A grande preocupação de Lutero, tanto em Erfurt quanto em Wittenberg, era a salvação de sua alma. Não era certamente uma angústia egoísta porque pode-se dizer que ele tomou sobre si a angústia de toda a sua época. Mas o que constituía o tormento de Zuínglio era a salvação de seu povo." 1

Zuínglio e João Calvino

Ulrico Zuínglio morreria em 1531, e com sua morte, parecia que a reforma na Suíça acabaria. Mas o movimento continuou, e agora quem assumiria a liderança seria Heinrich Bullinger, que embora fosse um líder muito capaz, parecia que o movimento estava condenado a ficar restrito a algumas regiões da Suíça e da Alemanha, e assim não causaria qualquer impacto ao restante da Europa e ao mundo. Mas então entra em cena João Calvino, um intelectual brilhante que iria dar profundidade teológica à fé reformada, sistematizando-a em suas Institutas da Religião Cristã, conduzindo-a a um alcance e impacto por toda a Europa, e daí ao resto do mundo, transpondo fronteiras territoriais e temporais.

Os 67 Artigos de Zuínglio

Zuínglio preparou estes Artigos como pontos de disputa para a Primeira Disputa de Zurique. Esta Disputa ocorreria em 29 de janeiro de 1523. Dependendo da conclusão desta Disputa, o conselho da cidade decidiria ou não adotar o programa reformatório de Zuínglio, o que acabou de fato acontecendo. Para a disputa vieram 600 pessoas que se amontoaram no pequeno salão onde ocorreu. Zuínglio e seus aliados se sentaram diante do ajuntamento em uma mesa que possuía a Septuaginta, o Velho Testamento Hebraico e o Novo Testamento em grego juntamente com uma cópia da Vulgata Latina. Em 14 de julho de 1523 os 67 Artigos e suas explicações foram publicados em Zurique pelo impressor Froschauer.

  1. Todo que diz que o Evangelho é nada sem a sanção da Igreja, erra e blasfema contra Deus.
  2. O resumo do Evangelho é que nosso Senhor Cristo, verdadeiro Filho de Deus, nos fez conhecer a vontade de seu celestial Pai e nos redimiu da morte e nos reconciliou com Deus por sua inocência.
  3. Então, Cristo é o único caminho para salvação de todos que foram, estão agora ou serão salvos.
  4. Aquele que buscar ou apontar outras portas, erra. De fato, ele é um assassino da alma e um ladrão.
  5. Então, todos que consideram outros ensinos iguais ou maiores que o Evangelho, erram. Eles não sabem o que o Evangelho é.
  6. Pois Cristo Jesus é o guia e capitão, prometido por Deus e entregue para toda a raça humana.
  7. Que ele é uma salvação eterna e o cabeça de todos os crentes que são seu corpo, o qual é morto e incapaz de fazer algo fora dele.
  8. Disto se segue, antes de tudo, que todos que vivem na cabeça são membros e filhos de Deus. E esta é a igreja ou comunhão dos santos, a noiva de Cristo, ecclesia catholica.
  9. Se segue, em segundo lugar, que como os membros físicos são incapazes de fazer qualquer coisa sem a cabeça os gerenciando, assim também é impossível para qualquer um no corpo de Cristo fazer algo sem Cristo, o cabeça.
  10. Assim como uma pessoa é demente se os membros de seu corpo fazem algo sem a cabeça, se machucando, se ferindo e se prejudicando, assim são os membros de Cristo dementes, se espancando e se sobrecarregando com leis insensatas, sempre que eles empreendem algo sem Cristo, seu cabeça.
  11. Disto nós vemos que os estatutos dos chamados clérigos com toda sua pompa, riqueza, títulos e leis são a causa de toda loucura, pois eles de forma alguma correspondem ao cabeça.
  12. Assim, eles ainda agem loucamente, não por causa do cabeça (pois o último – pela graça de Deus – alguém ainda tenta restabelecer em nossa época), mas porque não se permite mais que eles sejam néscios, ao invés disto, são forçados a prestar a atenção apenas no cabeça.
  13. Sempre que dermos ouvidos à palavra, nós adquirimos puro e claro conhecimento da vontade de Deus e somos atraídos a ele por seu Espírito e transformados em sua semelhança.
  14. Portanto todos os cristãos devem fazer o máximo para que em todo lugar o evangelho de Cristo seja pregado.
  15. Pois a crença no evangelho constitui nossa salvação, e a descrença, nossa condenação, pois toda a verdade está clara nele.
  16. No evangelho nós aprendemos que o ensino e os estatutos humanos são de nenhuma utilidade para a salvação.
  17. Que Cristo é o único eterno sumo sacerdote; disto nós deduzimos que todo aquele que pretende ser sumo sacerdote se opõe à honra e poder de Cristo; de fato, ele o rejeita.
  18. Que Cristo que se ofereceu uma vez como sacrifício é um perpétuo e válido pagamento pelo pecado de todos os crentes; disto segue-se que a missa não é um sacrifício, mas um memorial do sacrifício e um selo da redenção que Cristo manifestou a nós.
  19. Que Cristo é o único mediador entre nós e Deus.
  20. Que Deus quer nos dar todas as coisas em seu nome. Segue-se disto que nós não precisamos fora do tempo presente de outro mediador senão ele.
  21. Quando oramos uns pelos outros aqui na terra, nós fazemos confiando que todas as coisas nos são dadas através de Cristo somente.
  22. Cristo é nossa justiça. Disto nós concluímos que nossas palavras são boas à medida que elas são as de Cristo, mas à medida que elas são nossas, elas não são nem justas nem boas.
  23. Cristo rejeita as riquezas e pompas deste mundo. Disto concluímos que aqueles que ajuntam riquezas para si mesmos em seu nome o difamam enormemente já que eles o usam para cobrir sua própria ganância e devassidão.
  24. Todo cristão é livre de qualquer uma das obras que Deus não ordenou e é permitido em todos os tempos a comer tudo. Disto nós aprendemos que as dispensações a respeito de queijo e manteiga são uma fraude romana.
  25. Tempos e lugares são sujeitos aos cristãos, não o contrário; disto nós aprendemos que aqueles que amarram tempos e lugares roubam os cristãos de sua liberdade.
  26. Nada desagrada mais a Deus que a hipocrisia. Disto nós aprendemos que tudo que simula a bondade aos olhos humanos é uma hipocrisia e infâmia total. Isto se aplica a vestimentas, insígnias, tonsuras, etc.
  27. Todos os cristãos são irmãos de Cristo e entre si, ninguém na terra deveria ser elevado e ser chamado Pai. Isto anula ordens religiosas, seitas e assembleias ilegais.
  28. Tudo que Deus permite ou que ele não proibiu é permitido. Disto nós aprendemos que é próprio para qualquer um se casar.
  29. Que todos aqueles que nós chamamos “espirituais” pecam quando, tendo descoberto que Deus não os deu a habilidade de se manter castos, ao contrário, não se protegem através do casamento.
  30. Aqueles que fazem voto de castidade se comprometem infantilmente ou tolamente demais. Nós aprendemos disto que qualquer um que aceite tais votos faz injustiça a boas pessoas.
  31. Nenhuma pessoa particular pode impor a exclusão sobre ninguém, exceto a igreja, ou seja, a comunidade daqueles entre os quais aquela pessoa a ser excomungada vive, juntamente com seu guardião, ou seja, o ministro.
  32. Somente a pessoa que causa ofensa pública pode ser banida.
  33. Possessões obtidas impiamente que não podem ser restituídas a seus donos por direito não devem ser dadas a templos, mosteiros, monges, sacerdotes e freiras, mas ao pobre.
  34. A chamada autoridade espiritual não pode justificar sua pompa com base no ensino de Cristo.
  35. Mas a autoridade temporal deriva força e afirmação do ensino e obra de Cristo.
  36. Toda autoridade judicial e a administração da justiça que a propriedade sacerdotal se apropria para si, realmente pertence à autoridade temporal na medida que ela busca ser cristã.
  37. Além do mais, todos os cristãos, sem exceção, devem obediência a eles.
  38. Todos os cristãos sem exceção devem obediência a eles, desde que eles não ordenem nada que é oposto a Deus.
  39. Então todas as suas leis devem se conformar com a vontade divina de forma que elas protejam a pessoa oprimida, mesmo que ele de fato não faça uma acusação.
  40. Apenas eles estão designados a impor a pena de morte e somente sobre aqueles que dão ofensa pública, sem com isto incorrer na ira de Deus, a menos que ele ordene outra coisa.
  41. Quando fornecem conselho e ajuda justa àqueles por quem devem dar conta perante Deus, estes por sua vez têm o dever de lhes dar suporte físico.
  42. Se eles se tornarem infiéis e não agirem de acordo com os preceitos de Cristo, eles podem ser depostos em nome de Deus.
  43. Em resumo, o domínio de alguém que rege com Deus apenas é o melhor e mais estável, mas o domínio de alguém que rege por seu próprio capricho é o pior e mais inseguro.
  44. Verdadeiros adoradores invocam a Deus em espírito e verdade, sem qualquer clamor perante o povo.
  45. Hipócritas fazem suas obras para serem vistos pelo povo, eles recebem sua recompensa neste mundo.
  46. Assim se segue que o salmodiar e o alto clamor, sem a devoção verdadeira e feito por dinheiro somente, busca ou o louvor humano ou o ganho material.
  47. Uma pessoa deveria sofrer morte física ao invés de ofender ou desgraçar um cristão.
  48. Alguém que, por causa de enfermidade ou ignorância, tende a se ofender sem qualquer causa, não deve ser deixado fraco ou ignorante. Ao invés disto, ele deveria ser fortalecido de forma que ele não considere como pecaminoso o que não é de nenhuma maneira pecaminoso.
  49. Eu não conheço maior ofensa que proibir sacerdotes a ter esposas, no entanto permitindo-lhes se relacionar com prostitutas.
  50. Somente Deus perdoa pecados através de Jesus Cristo seu Filho, nosso único Senhor.
  51. Quem quer que atribua isto a uma criatura rouba Deus de sua honra e dá ela a outro que não é Deus. Isto é uma completa idolatria.
  52. Então a confissão que é feita a um sacerdote ou a um próximo não pode ser tida como a remissão de pecados, mas simplesmente como uma busca por conselho.
  53. A imposição de atos de penitência deriva de conselho humano – com a exceção do banimento. As penitências não removem o pecado e são impostas meramente para dissuadir outros.
  54. Cristo suportou toda nossa dor e fadiga. Assim, quem quer que atribua a obras de penitência o que é de Cristo apenas, erra e blasfema a Deus.
  55. Quem se recusa a perdoar o pecado de uma pessoa arrependida não pode clamar estar agindo em nome de Deus ou Pedro, mas no do Diabo.
  56. Quem quer que perdoe certos pecados somente por dinheiro é companheiro de Simão e Balaão e o próprio mensageiro do Diabo.
  57. As verdadeiras Escrituras Sagradas nada sabem de um purgatório após esta vida.
  58. A sentença daqueles que morreram é conhecida apenas por Deus.
  59. E quanto menos Deus nos deixa saber sobre isto, menos deveríamos tentar saber sobre isto.
  60. Que uma pessoa, por preocupação pelos mortos, pede a Deus para lhes mostrar misericórdia, eu não desaprovo. Mas estipular um tempo para isto e mentir por causa de ganho, não é humano mas diabólico.
  61. De um caráter indelével que os sacerdotes se apropriaram para si em tempos recentes, as Escrituras nada sabem.
  62. As Escrituras não conhecem nenhum outro sacerdote senão aqueles que proclamam a Palavra de Deus.
  63. Àqueles que proclamam a Palavra de Deus, as Escrituras nos ordenam a mostrar respeito ao dar a eles sustento material.
  64. Todos aqueles que confessam seus erros, não devem ser forçados a se reconciliar, mas deve-se permitir que morram em paz, e sua herança deve então ser administrada em um espírito cristão.
  65. Aqueles que desejam confessar seu erro serão tratados por Deus. Então, nenhuma violência deve ser feita a seus corpos, a menos, é claro, que eles se comportem de uma forma tão indecorosa que ninguém possa fazer nada sem ela.
  66. Todos os superiores clericais devem se humilhar instantaneamente e levantar somente a cruz de Cristo, e não a caixa de dinheiro. Do contrário eles perecerão; o machado é deitado na raiz da árvore.
  67. Se alguém desejar discutir comigo taxas de interesse, dízimo, crianças não batizadas ou a confirmação, eu me declaro desejoso de responder.

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