"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17



sábado, 26 de julho de 2014

* Michael Rossane / Biografia e Devocionais


 Michael Rossane Machado, Casado com Flávia Rossane, pai de uma filha, ativista nato de direitos humanos, cristão, capelão, teólogo, apologista, músico, membro do Blogueiros do Brasil, diretor da ONG ACAV, e o Idealizador do Portal Teologia & amp; Missões. Atualmente congrega na Igreja Batista Nacional Aliança de Anápolis-Go.


     


Portal do Aprendizado 


Acervo da Música Cristã 








Concordo plenamente com a colocação da minha amada irmã em Cristo Suzy Dias, no sentido de que a letra mata. Mata nossa ideia errônea de evangelismo, mata nossa concepção errada de adoração, mata nossa natureza pecaminosa. Exatamente isso.

 Esse contexto mal interpretado de II aos Coríntios 3:6, lastimavelmente eu ouvi durante toda a minha vida desde o início da minha caminhada cristã, na verdade  era uma desculpa mesmo, para se esconderem de suas práticas anti-bíblicas, para não se qualificarem, ou seja, para fugirem da responsabilidade do estudo da teologia, e  justificarem suas tolices no meio do povo. Não diferente do que estamos presenciando hoje no seio dos neo-pentecostais e também pentecostais antigos, o despreparo e descontrole total desses líderes. E assim como anos atrás faziam nos acreditar que era a unção a responsável por serem poderosos em Deus, pessoas de fogo, e não pelo estudo e preparo nas Escrituras Sagradas, no estudo da Teologia. 

E muitos alienados até nos dias de hoje acreditam que o estudo da teologia os levarão para o "mundão", que os levarão a pecar contra Deus, que irão perder a unção, perder a cabeça entre outras tolices ensinadas à elas, de fato sim, pode até acontecer da pessoa perder a cabeça, sendo ela imatura e insegura, ao contrário, isso não ocorrerá.

Portanto, na minha opinião, é necessário trabalharmos contra essa pobre mentalidade anti-intelectual que existe ainda hoje e os frutos podres estão aí, entre a igreja cristã, ensinada pelos líderes de geração à geração. O que não pode mais ser aceitável, é essa desordem, essa zorra total que se alojou nessas igrejas, na vida desses pastores, onde nem a Bíblia mais é autoridade, e muito menos o estudo da teologia, sendo que 85% das igrejas evangélicas, estão sendo lideradas por pastores sem uma formação teológica. E tenho certeza de que, lá no início, no surgimento desse movimento das novas unções,(Avivamento da Rua Azuza) e não do ensino se você me compreende, tivessem adotado para eles o estudo exaustivo das coisas de Deus (teologia), com certeza, estaríamos hoje com milhões de igrejas cristocêntricas e com ensinos da teologia reformada, ensino sério, cristãos com conteúdo e mais preparados. Mas ao contrário, fome de Bíblia total.  

E sobre o contexto de II aos Coríntios 3. 4-6? 

3:4 E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; 
3:5 Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus, 
3:6 O qual nos fez também capazes de ser ministros de um novo testamento, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata e o espírito vivifica. 

Aqui Paulo, responde à pergunta que ele fez em 2.16, mostrando que a sua competência vem de Deus. Isso não reflete uma humildade exagerada, mas sim um reconhecimento sensato do fato de que a obra espiritual só pode ser realizada pelo poder que Deus fornece por meio do seu Espírito.

O ministério de Paulo no âmbito da nova aliança foi não da letra, mas do espírito. O contraste aqui é entre a Lei de Moisés e o Espírito Santo, e não especificamente o estudo, o preparo, até porque o apóstolo era um dos doutores da igreja (At 13.1) e jamais poderia pensar assim. As características principais da aliança antiga e da nova, respectivamente. 

 A letra mata na medida em que pronuncia o juízo sobre aqueles que desrespeitam a lei. O espírito vivifica, porque no âmbito da nova aliança os pecados são perdoados e não mais lembrados, e as pessoas são capacitadas pelo Espírito a viver para Deus. 

Para finalizar, outro fator a ser considerado, e até me fez revirar os meus estudos antigos em áudios que tenho no computador do Instituto Cristão de Pesquisa sobre essa questão, é que o estudo teológico é marginalizado porque ele incomoda, é inconveniente. É como se fosse uma pedra no sapato dos manipuladores da Bíblia. Quanto menos conhecimento as pessoas possuírem, mais facilmente serão controladas, como eram as igrejas séculos atrás. É um comportamento assumido pelas seitas, nas quais o líder se encarrega de pensar pelos adeptos e implanta um método sutil de controle total.  Enquanto a teologia se opor aos modismos e ventos de doutrinas que não se harmonizam com as Palavras de Deus e que levam muitos crentes à fantasias místicas e subjetivas que beiram à heresias, ela continuará sendo menosprezada.

Michael Rossane 




O FRUTO DO ESPÍRITO 


Michael Rossane

Muitas passagens do Novo Testamento ensinam que os seguidores de Cristo precisam remover o mal de suas vidas. Temos que crucificar a carne ". . . com as suas paixões e concupiscências" (Gálatas 5:24). Algumas vezes, as pessoas não entendem tais instruções e pensam que a vida de um cristão é vazia, despojada de todo o prazer. Mas Deus não tem intenção de deixar um vazio, de tornar nossas vidas vácuos sem significado. Quando ele nos diz que precisamos remover o pecado, ele também nos mostra outras coisas ­ que são muito melhores ­ para encher nossas vidas e fazê-las mais ricas. Por exemplo, quando Paulo disse a Timóteo: “Foge, outrossim, das paixões da mocidade”, ele imediatamente acrescentou esta instrução positiva para encher o vazio: "Segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor" (2 Timóteo 2:22). Ele tinha que remover o mal, mas imediatamente lhe foi dito que pusesse o bem no seu lugar.

Gálatas 5 torna esta distinção muito clara. Precisamos crucificar a carne, removendo suas obras de nossas vidas (versículos 19-21). Mas Paulo não parou aí. Ele continua essa lista de obras proibidas com uma descrição do "fruto do Espírito" (versículos 22-23). Aqueles que vivem no Espírito devem andar no Espírito. Portanto,devemos desenvolver cada uma destas qualidades como uma parte de nossa personalidade e caráter. O fruto do Espírito tem que ser produzido na vida de cada seguidor de Cristo. Consideremos as nove características do fruto do Espírito, para ajudar-nos a desenvolver estas atitudes quando procuramos viver e andar no Espírito. 

O FRUTO DO ESPIRITO

1. É UMA OBRA SOBRENATURAL DE DEUS. Alguns têm a equivocada noção de que a santificação consiste meramente em induzir a nova vida implantada na alma pela regeneração, de maneira persuasiva, mediante a apresentação de motivos à vontade. Mas isto não está certo.
Ela consiste, fundamental e primariamente, de uma operação divina na alma pela qual a santa disposição nascida na regeneração é fortalecida e os seus santos exercícios são aumentados. É essencialmente uma obra de Deus, embora, na medida em que Deus emprega meios, possamos esperar que o homem coopere, pelo uso adequado desses meios. A Escritura mostra claramente o caráter sobrenatural da santificação de diversas maneiras. Descreve-a como obra de Deus, 1 Ts 5.23; Hb 13.20,21, como fruto da união vital com Jesus Cristo, Jo 15.4; Gl 2.20; 4.19, como uma obra que é realizada no homem por dentro e que, por essa mesma razão, não pode ser obra do homem, Ef 3.16; Cl 1.11, e fala da sua manifestação nas virtudes cristãs como sendo obra do Espírito,
Gl 5.22. Jamais deverá ser descrita como um processo meramente natural de desenvolvimento espiritual do homem, nem tampouco deverá ser rebaixada ao nível de uma simples realização humana, como se faz em grande parte da teologia “liberal” moderna.
(1.Louis Berkhof)

Gl 5.22-23: mas o fruto do Espírito é:

amor: (é impossível amar sem receber este amor), como pode existir esta quantidade de ódio entre os irmão se o Amor faz parte do fruto do Espirito, e se de fato somos cheio do Espirito Santo então devemos ser obedientes. amor: Defendida pela primeira vez por Pedro Abelardo (1079-1142), teólogo francês, a teoria da influência moral da expiação sustenta que Deus não exige o pagamento de um castigo pelo pecado, mas que a morte de Cristo era simplesmente um modo pelo qual Deus mostrou o quanto amava os seres humanos ao identificar-se, até a morte, com os sofrimentos deles. A morte de Cristo, portanto, torna-se um grande exemplo didático que mostra o amor de Deus por nós, amor que nos extrai uma resposta agradecida, de modo que somos perdoados ao amá-lo.

 Alegria: Quanto mais crescemos à semelhança de Cristo, tanto mais experimentamos a “alegria” e a “paz” que são parte do fruto do Espírito Santo (Gl 5.22) e tanto mais nos aproximamos do tipo de vida que teremos no céu. Paulo diz que à medida que nos tornamos cada vez mais obedientes a Deus, temos o nosso “fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna” (Rm 6.22).  Lc 10.21 Naquela mesma hora, se alegrou Jesus no Espírito Santo, e disse: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, que escondeste estas coisas aos sábios e inteligentes, e as revelaste às criancinhas; assim é, ó Pai, porque assim te aprouve. Rm 14.17 Porque o reino de Deus não é comida, nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo.                                                                                                                (alegria: Wayne Grudem)
Paz: Não seria correto terminar nossa discussão sem observar que a santificação nos traz alegria. Quanto mais crescemos à semelhança de Cristo, tanto mais experimentamos a “alegria” e a “paz” que são parte do fruto do Espírito Santo (Gl 5.22) e tanto mais nos aproximamos do tipo de vida que teremos no céu. Paulo diz que à medida que nos tornamos cada vez mais obedientes a Deus, temos o nosso “fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna” (Rm 6.22).  (Paz: Wayne Grudem)
Longanimidade: é ainda outro aspecto da Sua grande bondade ou amor. O hebraico emprega a expressão ‘erek ‘aph, que significa literalmente “grande de rosto” e daí também “lento para a ira”, enquanto que o grego expressa a mesma ideia com a palavra makrothymia. É o aspecto da bondade ou amor de Deus em virtude do qual Ele tolera os rebeldes e maus, a despeito da sua prolongada desobediência. No exercício deste atributo o pecador é visto como permanecendo em pecado, não obstante as admoestações e advertências que lhe vêm. Revela-se no adiantamento do merecido julgamento. A Escritura fala da longanimidade de Deus em Êx 34.6; Sl 86.15; Rm 2.4; 1 Pe 3.20; 2 Pe 3.15. Um termo sinônimo, com uma conotação ligeiramente diversa, é a palavra “paciência”.                                          
(Longanimidade .Louis Berkhof)
Benignidade: amor leal, favor de Deus. No Antigo Testamento a palavra traduzida por benignidade refere-se ao amor paciente de Deus (Dt 7,12; Os 2,14-23; Sl 51,5). No Novo Testamento, a palavra grega traduzida como Graça representa a ideia de benignidade de Deus (Lc 6,35). A benignidade de Deus pode demonstrar o seu projeto de salvação (Os 2,16-17; Rm2,4).                                                                                                           (Dicionário Bíblico João Batista)

Bondade: qualidade de quem é bom; caráter digno de louvor, excelência moral e ética. A Bíblia menciona varias vezes a bondade de Deus (Êx33,19. Rm 2,4). A bondade de Deus consiste de justiça, santidade, retidão, graça, misericórdia e amor. Bondade é um dos frutos do Espírito Santo, que ao caracterizar os cristãos, testemunha a comunhão com Deus(MT 5,48; Gl 5,22).                                                                                                 (Dicionário Bíblico João Batista)

Fidelidade: lealdade, especialmente em relação a Deus. A fidelidade de Deus é um dos principais temas da Bíblia. No livro do Deuteronômio 7.9 está escrito: “Javé teu Deus é o único Deus, o Deus fiel, que mantém a aliança e o amor por mil gerações, em favor daqueles que o amam e observam os seus mandamentos”. Acerca de Jesus Cristo, a carta dos Hebreus afirma: “sumo sacerdote misericordioso e fiel”. O detalhe é que há um testemunho mútuo entre a fidelidade e o amor.

            A fidelidade de Deus propicia ao crente: força para suportar a provação (1 Co 10.13); esperança no cumprimento das promessas bíblicas (Hb 10.23); o perdão dos pecados (1 Jo 1.9).

            Daqueles que creem é requerido fidelidade, como tiveram o patriarca Abraão (Ne 9.8), o profeta e legislador Moisés (Hb 3.5), o apostolo Paulo (1Co 7.25).a fidelidade é claramente vista no cumprimento de uma promessa, de um cuidado ou tarefa. Portanto a fidelidade pode ser provada (1Co 4.2; Tt 2.10).                                                          (Dicionário Bíblico João Batista) 

 Mansidão: A segunda afirmação básica das bem-aventuranças é que o reino de Deus não se entrega aos "poderosos", que procuram tomá-lo pela força, mas é facilmente acessível aos "fracos" que, pacientemente, entregam sua causa a Deus e abandonam seus próprios direitos em favor dos outros. O mundo no qual as bem-aventuranças foram ditas pela primeira vez não era um lugar hospitaleiro para tal ideia. Sêneca, um filósofo estoico proeminente do primeiro século e irmão de Gálio (Atos 18:12), deu expressão ao sentimento do seu tempo nas seguintes palavras: "Piedade é uma doença mental, induzida pelo espetáculo da miséria alheia . . . O sábio não sucumbe a doenças mentais dessa espécie" (Arnold Toinbee, Uma Abordagem da Religião por um Historiador, pag. 68). Totalmente fora do espírito do seu tempo, Jesus anunciou a bem-aventurança do manso, do misericordioso, dos pacificadores e dos perseguidos. Não era uma ideia "cujo tempo tivesse chegado." E ainda não é.

"Bem-aventurados os mansos" (Mateus 5:5). Num mundo de aspereza e crueldade, a mansidão pareceria uma maneira rápida de cometer suicídio. Os violentos e os teimosos prevalecem. Os mansos são sumariamente atropelados. A verdade é que, a curto prazo, isto poderá ser assim mesmo. As pessoas que são recolhidas para o reino de Deus têm que enfrentar isso. A gentileza de Jesus não o salvou da cruz. Mas, no final, Jesus nos ensina que é somente a mansidão que sobreviver. O desafio para nós é entender o que é a verdadeira mansidão.

Mansidão não é uma disposição natural. Não é um temperamento suave inato. Não é o comportamento obsequioso do escravo, cujo estado de impotência força-o a adotar um modo servil, que ele despreza e que abandonaria na primeira oportunidade. Mansidão é uma atitude para com Deus e os outros que é produto da escolha. É a disposição mantida por uma resolução moral férrea, ao mesmo tempo em que se pode ter o poder e a inclinação para se comportar diferentemente.

Mansidão não é indiferença ao mal. Jesus suportou com muita paciência os ataques que lhe fizeram, mas foi forte para defender o nome e a vontade do seu Pai. Ele odiava a iniquidade tanto quanto amava a justiça (Hebreus 1:9). Moisés era o mais manso dos homens quando se tratava de injúrias contra ele (Números 12:3), mas sua ira queimava como fogo contra a irreverência para com Deus (Êxodo 32:19). O homem manso pode suportar maus tratos pacientemente (ele não é interessado em auto-defesa), mas não é passível referente ao mal (Romanos 12:9). Há nele um ódio ardente a todos os caminhos da falsidade (Gálatas 1:8-9; Salmo 119:104).

Mansidão não é fraqueza. Não há frouxidão nela. Aquele que tinha 72.000 anjos sob seu comando (Mateus 26:53) descreveu-se como "manso e humilde de coração" (Mateus 11:29). A profundidade da mansidão em um homem pode na verdade ser medida em proporção direta com sua capacidade para esmagar seus adversários. Jesus não era manso porque ele fosse impotente. Ele era manso porque tinha seu imenso poder sob controle de grandes princípios: Seu amor por seu Pai (João 14:31) e seu amor pelos homens perdidos (Efésios 5:2). Teria sido muito mais fácil para ele ter simplesmente aniquilado seus antagonistas do que suportar pacientemente suas ofensas. Ele seguiu a estrada difícil.

A mansidão do Filho de Deus é poderosamente demonstrada pela sua atitude quanto aos privilégios de seu estado ("pois ele subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou," Filipenses 2:6-7), e em sua submissão a seu Pai ("embora sendo Filho, aprendeu a obediência pelas cousas que sofreu," Hebreus 5:8). Ele veio ao mundo como um servo. Ele esvaziou-se pelo benefício dos outros.

Ainda que a mansidão do reino derive de uma nova visão de si mesmo na presença de Deus ("pobre de espírito") sua ênfase primária está na visão de um homem na presença de outros. "Mansidão" (Grego, praus) é encontrada na companhia constante de palavras tais como "humildade," "benignidade," "paciência," "cortesia" e "brandura" (Efésios 4:2; Colossenses 3:12-13; 2 Timóteo 2:24-25; Tito 3:2; 2 Coríntios 10:1). Mesmo quando aplicada a nosso Salvador, a palavra parece falar de seu relacionamento com os homens antes que com seu Pai (Mateus 11:28-30; 2 Coríntios 10:1). "Mansidão (praus) tinha um uso especial no mundo grego antigo. Ela era aplicada ao animal que havia sido amansado" (Barclay, Palavras do Novo Testamento, pag. 241). O homem manso é o que foi amansado para o jugo de Cristo (Mateus 11:29), e, conseqüentemente, tomou sobre si os fardos dos outros homens (Gálatas 6:2). Ele não mais tenta tomar pela força nem mesmo aquilo que é seu por direito, nem tenta vingar as injustiças feitas a ele, não porque ele seja impotente para fazer isto, mas porque ele submeteu sua causa a um tribunal superior (Romanos 12:19). Em vez disso, ele está preocupado em ser uma bênção, nao só para seus irmãos (Romanos 15:3), mas até mesmo para seus inimigos (Lucas 6:27-28).

O homem manso já se cansou de si mesmo. Ele sentiu sua máxima vacuidade espiritual e anseia por um correto relacionamento com Deus. Justiça própria tornou-se um desastre e vontade própria uma doença. As próprias idéias de auto-confiança e auto-determinação se tornaram um fedor para suas narinas. Ele esvaziou seu coração de si mesmo e o preencheu com Deus e os outros. Como seu Mestre, ele se tornou o servo dos servos. E por esta própria razão o futuro lhe pertence.

domínio próprio: controle e moderação nas atitudes, palavras e emoções, talvez uns dos mais difíceis para o homem, se controlar se dominar, talvez também por este motivo Paulo coloca o domínio próprio por ultima na lista do fruto do Espírito.
  (Paz: Wayne Grudem) 
CONCLUSÃO 
As obras da carne (Gálatas 5:19-21) são todas contra a vontade de Cristo, o fruto do espírito é inteiramente lícito:"Contra estas cousas não ha lei" (23). Paulo encerra esta parte relembrando-nos que aqueles que pertencem a Cristo crucificaram as paixões da carne. Seus servos vivem e andam no Espírito, demonstrando as qualidades reveladas nas Escrituras como características piedosas de verdadeiros cristãos. Procuremos todos entender estas qualidades para que possamos viver e andar com Jesus, agora e eternamente!

O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode, e realmente deve praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.


Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.

Que Deus abençoe a todos




 ESTILO DE VIDA E CONDUTA CRISTà



Bom dia amados irmãos! É imprescindível para uma pessoa que afirma ser cristão há muito tempo, e não ter lido ainda pelo menos uma vez toda a Bíblia, sendo ela a nossa única regra de fé e prática, nosso manual. Milhares de cristãos veem se queimando espiritualmente durante anos, meses e dias, porque fora do contexto da igreja, não há consigo, as essenciais práticas diárias de nosso relacionamento com ele, sendo elas, o jejum, a oração e a leitura da Bíblia.

Impossível é ficar sem elas e manter uma saudável espiritualidade e vida com Deus, e não adianta querer burlar tais obrigações como muitos fazem, de que não é preciso aplicar sobre sua vida tais práticas. O resultado pela abstinência dessas três principais práticas, é a queima espiritual e desistência por parte de muitos, desvios doutrinários entre outras... Portanto devamos entender que não somente estar na igreja, fará de nós um cristão, como uma fábula (magica), se não há em nós disciplina Bíblica fora da igreja, vida com Deus aqui fora.

"Examinais as Escrituras, porque pensais ter nelas a vida eterna. São estas mesmas Escrituras que testificam de mim, contudo não quereis vir a mim para terdes vida". Jo 5.39,40.
Michael Rossane 






PASTOREIO DE OVELHAS NO MUNDO ANTIGO

Ezequiel 34

Será se de fato hoje o pastoreio está de certa forma descaracterizado dos ensinamentos das Escrituras Sagrada? Suas atitudes, motivações, desejos e responsabilidade, sendo que, de certa forma sim, hà algumas diferenças entre o pastoreio ensinado e vivido pelos pastores do AT e do pastoreio de Jesus no NT.

  O pastoreio de ovelhas era muito difundido no mundo antigo, desde os tempos mais remotos, praticado desde a Mesopotâmia até o mundo romano. As ovelhas proporcionavam carne, lã, leite e queijo. Os pastores, às vezes, praticavam a transumância (movimento sazonal de rebanhos entre as pastagens das terras baixas e a das montanhas) e viviam como nômades, mas não era comum. 

Os pastores levavam suas ovelhas para pastar e beber água, protegiam-nas dos animais selvagens, mantinham um registro cuidadoso de seu número e davam atenção especial às que precisavam de cuidados, como as fêmeas prestes a dar à luz. À noite, o pastor ficava com as ovelhas, às vezes reunindo-as numa simples área cercada ou mesmo em cavernas. Numa família de pastores, os meninos e as meninas ajudavam a cuidar do rebanho (Gn 29.6; Davi, 1 Sm 16.11). A vida do pastor era difícil, obrigando-o a ficar longas horas ao ar livre.

 No entanto, o pastoreio de ovelhas era muitas vezes idealizado, como na poesia pastoril da Grécia e de Roma (e.g., as dez écoglas, de Virgílio – poemas em que uma ovelha conversa com a outra). Os pastores aparentemente passavam boa parte do tempo vago criando música e poesia, enquanto observavam as ovelhas pastarem. O escudo de Aquiles traz a imagem de dois pastores tocando instrumentos de sopro, e a carreira de Davi como salmista de Israel começou entre as ovelhas e com outros pastores. 

No mundo antigo, o pastor era uma metáfora padrão para os governantes. Os legisladores mesopotâmios Lipit-Istar, de Isin, e Hamurabi, da Babilônia, foram chamados “pastores”, e o cetro do faraó talvez imitasse a forma do cajado de um pastor. Na mitologia babilônia, dizia-se que Marduque era o pastor dos deuses, enquanto no AT Deus é o Pastor de Israel (Sl 80.1) e dos crentes fiéis (Sl 23). Ao mesmo tempo, Deus esperava que os reis de Israel agissem como pastores de seu povo (2 Sm 5.2) e condenava os que abusavam dessa autoridade (Ez 34). Jesus, em cumprimento dos versículos de 11 a 16, proclamou-se “o bom pastor” (Jo 10.1-18).

  Ezequiel 34. 1-31: Os pastores de Israel são denunciados

    A imagem do povo de Deus como um rebanho de ovelhas ocorre inúmeras vezes em toda a Bíblia, isto é fato. Neste oráculo, os então pastores, isto é, os governantes de Israel, são repreendidos por se preocuparem apenas com seus próprios interesses e pela falta de cuidado para com o seu rebanho. Além disso, algumas ovelhas engordaram à custa de outras, isto é, algumas pessoas adquiriram poder e fortuna por meio da opressão dos mais pobres e fracos. Ezequiel adverte que a justiça será restaurada.

  A advertência se torna uma promessa para o futuro (21-24). O Senhor não apenas salvará suas ovelhas, mas também nomeará Davi com seu pastor, e estabelecerá com elas uma aliança de paz. Como em outros oráculos, o nome é simbólico. A referência a Davi não significa que o antigo rei Davi será literalmente ressuscitado e entronizado como rei. Sua força se encontra no fato de que o próximo governante terá os atributos exemplares de Davi – alguém em quem o Senhor se compraz e que triunfou sobre os inimigos de Israel. Uma referência a Davi também pode ser encontrada em 37.24-26, em que o seu governo é descrito como eterno. A mesma passagem também se refere à eterna aliança de paz que o Senhor estabelecerá com o seu povo, um tema quase idêntico ao de 34.25-30.

   As duas passagens não apontam somente para o futuro imediato de Israel, mas também para um futuro de longo prazo. Deus estabelecerá a paz com o seu povo, e apontará um pastor para dirigi-los.

  O oráculo traz uma promessa de esperança. Mesmo que o povo de Deus seja espalhado e oprimido, um dia terá justiça. Os leitores do NT testemunharão esse dia com a volta de Jesus Cristo, uma promessa selada com a sua primeira vinda, morte e ressurreição.

   1-31 Ezequiel deve proclamar aos pastores de Israel: “Ai de vós pastores de Israel. Não cuidastes do rebanho. Ele se espalhou pelas terras. Vós vos preocupastes somente convosco mesmos (2,5-8). Eis que me levanto contra os pastores. Eles serão responsabilizados pelo rebanho, porei fim ao seu pastoreio. Eles já não se alimentarão de meu rebanho (10). Eu buscarei e ajuntarei minhas ovelhas. Eu as ajuntarei de todas as nações e as trarei para uma terra de boa pastagem, a terra de Israel. Eu mesmo cuidarei delas e serei para elas um bom pastor (11-15). Eis que julgarei entre ovelhas e ovelhas. Algumas engordaram à custa de outras. O rebanho já não servirá de rapina (17-22). Apontarei meu servo Davi como seu único pastor. Eu serei o seu Deus e Davi o seu príncipe (23,24). Eu celebrarei com elas uma aliança de paz. Elas habitarão em uma terra fértil e segura. Elas serão resgatadas da escravidão. Saberão, porém, que eu, o seu Deus, estou com elas, e que elas são o meu povo” (25-31).

 Notas. 13 “Tirá-las-ei [...] e as congregarei”: a promessa da restauração recebe ênfase especial nos cap. 34-48. Entretanto, isso também acontece em oráculos anteriores: 11.17; 16.60; 20.34,42; 28.25.

  25 “Aliança de paz”: a nova aliança prometida (Jr 31.31-34). 

Michael Rossane 

Fonte de Pesquisas: Bíblia de Estudo Arqueológica; Comentário Bíblico Vida Nova. 







Efésios 4:6

Estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos,e, juntamente com Ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus... (Ef: 4:6).

Estar assentado nos lugares celestiais em Cristo Jesus... A posição de sentar significa, descansar, tranquilizar, é interessante que no Antigo Testamento, o sacerdote permanecia de pé constantemente e todos os dias durante o tempo em que oferecia os sacrifícios pelo povo, isso porque esse sacrifício não seria capaz de apagar totalmente aqueles pecados. Ao contrário, com o Senhor Jesus a carta aos Hebreus nos afirma em seu capítulo 10, verso 12, que Jesus tendo oferecido, para sempre, único sacrifício pelos pecados (e não mais, todos os dias, ou de ano em ano), assentou-se à Destra de Deus, ou seja, cumpriu sua missão e agora está ali ao lado do Pai, para desfrutar das benesses que o sacrifício lhe trouxe.

Ao Senhor Jesus foi necessária a morte, para resgaste do povo, para trazer das regiões das trevas, nós, que outrora, andávamos errantes, desobedientes, obstinados, pecadores. Ele morreu, porém ressuscitou e se assentou nos lugares celestiais, onde nós estamos assentados com Ele. Estar assentados “em” Jesus demonstra a posição de autoridade do filho de Deus, não é apenas estar “com” Ele, estar “com” significa, “estar ao lado de”, “acompanhado de”, mas a Palavra diz que estamos “em” que significa, “dentro de”, “inserido em alguma coisa ou lugar”, estamos lá, como igreja, inseridos neste mundo espiritual, que nós já conquistamos através da morte de Jesus. 


 Isso implica em dizer que a igreja já esta lá, e que o céu não é de forma alguma o seu destino, ao contrário, o céu é lugar de origem da igreja, porque é lá que ela está, assentada em Cristo, desde o seu triunfo na cruz.

É necessário o reconhecimento dessa posição de autoridade, estamos espiritualmente lá, carnalmente aqui (por enquanto) por uma limitação física, mesmo porque ao “corpo” (Igreja) é impossível sobreviver sem a “Cabeça” (Cristo Jesus), e é por isso que estamos sim unidos, ligados a Ele de uma forma maravilhosa, misteriosa, mas real.

Analisemos então, se estamos nos lugares celestiais, lá em cima, o nosso pensamento tem que condizer com a posição que ocupamos no mundo espiritual, talvez muitas vezes as circunstâncias nos confundam, mas de forma alguma, retira de nós a posição concedida por Deus. 


 E se estou “lá” em Cristo, entendo que como igreja devo passar pelo mesmo processo: morte, ressurreição, triunfo, para ressurgir, é preciso morrer, espiritualmente falando, tenho que morrer para o mundo, para o pecado e para tudo aquilo que me afasta da vida em Cristo, então quando morremos para o pecado, ressurgimos para uma vida nova em Cristo, e nos assentamos com Ele, em triunfo, em glória, isso já está consumado no mundo espiritual, e será consumado no mundo físico, quando Jesus “levar” sua Igreja, onde não mais existirá a limitação física.

E toda essa autoridade, esse poder dado a igreja, só é possível, através do sacrifício de Jesus, onde a misericórdia não nós dá aquilo que merecemos e a graça nos dá aquilo que não merecemos, e nunca mereceremos por esforço próprio, por isso a salvação é dom de Deus, vem d'Ele, e é para todo aquele que crê em o Nome de Jesus, seu Filho, que Ele, por amor nos entregou e com Jesus nos deu graciosamente (de graça) todas as coisas. Ninguém pode nos separar desse amor, conquistado pela graça e que nos deixa em posição superior, de autoridade, reconheçamos pois nossa autoridade como igreja, e vivamos de acordo com essa posição que por Jesus foi para nós conquistada.


Michael Rossane




Concupiscência da Carne, Concupiscência dos Olhos 




A tendência natural de todos nós é seguir aquilo que amamos e desejar aquilo que nos agrada.Porém, se não nos precavermos, corremos o risco de cultivar em nós desejos que são desordenados e fora dos limites estabelecidos por Deus.

Tenho afirmado constantemente em meus sermões que "o excesso de coisas boas trazem resultados ruins e pecaminosos" e muitos, por não observarem este excesso, têm-se entregado aos seus desejos venenosos, traindo a si mesmos, a Deus e ao próximo. 


 O texto de 1 João 2:16 traz, com muita precisão, três destes desejos mais peçonhentos. 


A concupiscência da carne 



Concupiscência da carne é marcada por práticas desvirtuadas em busca de satisfação do apetite sexual. São as imoralidades e toda espécie de perversões que se possa imaginar.
Uma vida realmente desregrada, sem limites. O indivíduo passa a ser escravo de si mesmo. É como se houvesse um monstro dentro dele, mais forte do que ele, convencendo-o constantemente a continuar satisfazendo seus apetites carnais que não possuem fronteiras. Os prejuízos são enormes, além da perda da reputação, do pudor e do caráter, perde-se a salvação, a presença do Espírito Santo que deve habitar no homem. Enfim, é um pecado que conduz a alma para o inferno, Rm 8: 8; Rm 13: 14 e Ap 21: 8.



A concupiscência dos olhos



Concupiscência dos olhos é desejo intenso de aquisição de bens materiais, de desfrutar do gozo material. É o desejo de possuir, desejo de adquirir coisas, de acumular. Surge mediante a contemplação das vantagens terrenas, como riquezas, famas e prazeres. O indivíduo corre desenfreadamente atrás daquilo que ele não trouxe para este mundo, 1Tm 6: 7.


Este desejo é também conhecido como "avareza". O avarento se apega demasiadamente às coisas materiais, esquecendo-se de Deus. Seus olhos não vêem o vertical, de onde vem sua redenção; somente vêem o horizontal, o mundo e as coisas que nele há.


O primeiro grande mandamento é "Amarás, pois, o Senhor teu Deus de todo o teu coração...", Mc 12: 30. Quem deseja possuir, adquirir desta forma os bens desta vida está incapacitado de amar a Deus. Os seus olhos estão saturados, voltados tão somente para os elementos materiais, a riqueza, a economia, de tal forma que não conseguem mais ver Deus em seu caminho, 1Tm 6: 10. 



A soberba da vida


A soberba é o desejo de posição. É querer estar acima de todos. Tenho afirmado que este tem sido um dos piores e mais demorado de todos os males a morrer no homem: o orgulho, o egoísmo. O indivíduo torna-se "deus" de si mesmo. Tudo que faz é só para se promover, para que seu ego seja massageado através dos elogios, dos parabéns, dos cargos que possui, das funções que exerce, da formação que tem, etc. Se tudo é necessário, mas se não for bem administrado pode ser um veneno mortífero para aqueles que almejam posições.


Há quem diga que "o poder pode embriagar". De fato, isso pode ocorrer, se não for canalizado de forma correta. Uma grande virtude em nossas vidas é "quando sentimos que somos o maior de todos os pecadores e o menor de todos os santos". 


Quando temos o próximo sempre superior a nós. Isto é uma bênção. Que Deus nos salve de nós mesmos e que nossos desejos sejam controlados pelo Espírito Santo.


Que Deus abençoe a todos.






















Assim como somos em todo o tempo confrontados por esse Evangelho, devemos nós confrontarmos e incomodarmos esse mundo ou nos acomodarmos a ele. 








Missões / Entendimento Amplo


A igreja que não é missionária tem muitas dificuldades em entender o contexto "missões" e o que envolve missões. A única preocupação dessas igrejas (pessoas) é que terão que fornecer o sustento para alguém no campo e que a igreja local geralmente não tem condições para isso. Por incrível que pareça essa "preocupação" é muito recorrente. Falta assim, o entendimento que: a manutenção de uma pessoa no campo deve ser a prioridade no que diz respeito à missões. Ser uma igreja missionária não significa apenas enviar pessoas, mas, sobretudo, prepará-las para que elas possam preparar outras e que esse círculo virtuoso faça da Igreja do Senhor Jesus, uma igreja atuante fora das quatro paredes, cumprindo assim a vocação primeira da Igreja: Pregar o evangelho e fazer discípulos de todas as nações!

Missões = envio = evangelismo = discipulado = acompanhamento = treinamento. Isso é missões.

Michael Rossane



As canções gospel de antigamente eram baseadas na Palavra de Deus e na intimidade que eles tinham com Deus, "experiência". Hoje eu entendo que, as músicas gospel modernas que temos reflete o pouco relacionamento com Deus e com a Bíblia, está evidente isso nessa geração, nesses cantores extravagantes da mídia... Deus não precisa de pessoas adorando com extravagância, mas sim, de pessoas que oram com extravagância!!! Bem diferente!!!

Michael Rossane



                 OS REFUGIADOS DE IGREJAS!?

                                                  Por: Michael Rossane 



Refugiados de Igrejas!?.

O ingresso de uma pessoa nova na igreja deveria ser acompanhado de perto pela liderança (e da mesma maneira para aqueles que se ausentam por muito tempo da igreja). É importante conhecer o motivo pelo qual ela está ali, até pra saber lidar com algumas situações...

O que tem acontecido hoje é uma quantidade enorme de "refugiados" de outras igrejas, que saem das suas denominações por inúmeros motivos e alguns deles estariam até cumprindo disciplina ou precisando ser disciplinados, fazem isso pensando que se ninguém na igreja sabe da sua história, tudo ficará bem e poderão até exercer normalmente atividades e ministérios, imaginando estarem livres da disciplina ou mudança de atitude...

Acontece que Deus tudo vê, não adianta mudar de denominação, o " Corpo" é um só, não adianta mudar de igreja e não mudar de vida, enganam-se achando que estarão livres da correção e livres para dar continuidade em seus delitos e pecados... Não nos enganemos, esquecendo-nos de um dos atributos de Deus: Onisciência! E para finalizar, nada fica em obscuro por muito tempo, mais cedo ou mais tarde a verdade vem a tona diante de todos.






           Leia, Reflita e Reaja / Michael Rossane


Leia e reflita. 

Neste final de semana 08/15, tive uma experiência não muito agradável, que foi a falta de água, muita sede mesmooo, o que me fez refletir sobre regiões do sertão que fica sem chover por até 3 anos, matando animais, plantações e pessoas. Me fez refletir do quanto precisamos da água e não vivemos sem ela, e por termos em "abundância" desperdiçamos. Saímos para um destino partindo de Cocalzinho de Goiás com o intuito de visitarmos a cidade de pedras e algumas cachoeiras, e aconteceu que ficamos perdidos, andando sem rumo por muitos quilômetros e informações desencontradas, até que ficamos sem água por algumas horas e aquela fraqueza que se pode imaginar, e pela graça de Deus, (e põe graça nisso), no finalzinho do dia, conseguimos encontrar um local com casas abandonadas no meio do nada e ao lado uma represa de água que não sei de onde saia no meio de algumas pedras, ufa... Até que enfim. A água não era limpa, um pouco amarelada e barrenta infestada de girinos, mas a sede era tanta que bebemos mesmo assim sem fervermos e ainda aproveitamos para tomarmos banho, sinistro, pensando a turma mais tarde diante de uma bela cachoeira com água transparente, dos perigos que corremos de bebermos aquela água, mas como não nos aconteceu nada em algumas horas, ficamos tranquilos kkkkkk.  Mas o desespero foi grande, em pensar que poderíamos ficar muitas horas sem água, e com muitos quilômetros ainda para caminhar e sem água para cozinhar, bem complicado. 

  O que quero chamar a atenção de todos é que, quando a sede e a fome bate, tudo o que o queremos e não importa as condições que seja, é suprir essa necessidade. Quantas pessoas e cidades estão nesse momento, tendo como foco nosso país, com fome e sede, regiões secas com poços secos, águas barrentas, e famílias comendo calangos e ratos para matar a fome, e eu mesmo conheci muitas cidades e famílias com essas carências. Não espere sentir na pele o que eles vivem pra poder ajudar, apoiar, doar entre outras, enquanto você se omite, milhares morrem a espera de uma ajuda até nas periferias da sua cidade, enquanto você se acovarda, milhares estão por aí isolados e doentes precisando de um abraço e de sua misericórdia.


Apoie um projeto do Sertão, apoie um projeto social na sua cidade, mas não fique sem fazer nada...


Fim... 


O Desinteresse das Pessoas e Igrejas Locais pela Filantropia 


Porque cada vez menos igrejas e pessoas do nosso tempo, estão se ingressando no social, na filantropia?

Se trata de igrejas e pessoas egoístas e insensíveis aos problemas alheios? Não, em alguns casos não. Ao meu ver e por experiência própria como voluntário de uma instituição filantrópica idônea de Anápolis, em primeiro lugar, a igreja se tornou "rica" mas sem visão para missões transculturais, missões urbanas e filantropia, com mentalidade materialista e mundanista. Uma vez que, ela só saberá dos problemas e privações diversas em que as pessoas das favelas e periferias enfrentam, somente indo até lá para se dar conta de suas obrigações e responsabilidades. Em segundo, o que mais impede o envolvimento dessas pessoas cristãs e não cristãs com o social, com o pobre, é o preconceito já disseminado em suas mentes desde muito cedo, de que se tratam de bandidos, pessoas pedintes, mendigos sujos, viciados, fedorentos e ignorantes, pessoas que não gostam de trabalhar e estudar, lugar perigoso em que não se deve visitar... Muita prepotência não é, mas é desse tipo aí infelizmente. E por último, apego e amor ao dinheiro, ganância aos seus bens.

Nas palavras do Pr. Antônio Carlos Costa, presidente da ONG Rio de Paz da cidade do Rio de Janeiro: É problema moral possuir muito num mundo no qual milhões possuem tão pouco.



Michael Rossane





Uma igreja que não dá suporte e condição financeira para o envio do missionário, é como uma empresa que contrata mas não tem condições de pagar o salário do contratante.
A diferença entre si são pouquíssimas.

Michael R. 





"O mais pobre e o mais humilde cristão tem à sua disposição todos os celeiros de Deus. Pela oração o crente se apropria dos recursos para o bom êxito, se assim possamos dizer. Pela oração abre-se o cofre dos tesouros divinos para distribuir ilimitadas bênçãos pelo mundo. E por elas, ainda nós nos apropriamos dessas riquezas, que são nossas, bastando apenas, de nossa parte, o empenho de obtê-las". 

Michael Rossane




As pessoas estão sempre prontas a apontarem um motivo e uma resposta para todos os problemas da humanidade, mas poucos buscam alternativas pra sanar esses problemas, ou seja, falar é mais fácil do que movimentar, fazer, pensar, criar, e solucionar. E o que o mundo precisa é de pessoas que pensam, pessoas de ação e de coragem. A vida se torna menos medíocre quando olhamos menos para nós e mais para o próximo. Pense nisso!


Michael Rossane



Nos dias de hoje, os grandes congressos e conferências de muitas igrejas não está em divulgar o autêntico e puro Evangelho, para a salvação e libertação de uma pessoa, mas em agradar os seus ouvidos com todo tipo de estilo musical e pregações. Lamentavelmente. A condição espiritual em que a pessoa se encontra é o mais importante, e não o seu bem estar.
Michael Rossane




UMA CONTRADIÇÃO NÃO?! 



Esses camaradas que se intitulam de "bispos" "pastores" "apóstolos" e "pastoras", deixando claro, que qualquer um pode ser, mas vocacionados são poucos, fazem dos seus objetos de uso pessoal como amuletos para "salvar" e curar uma pessoa obtendo por meio dessas ações o dinheiro, quanta imponência, idiotice, safadeza e malandragem por parte dessas pessoas, além de pecado contra Deus e ao próximo, isso também é um crime. 

O "engraçado" é que: As chibatadas e os açoites que Jesus levou com mais de 460 feridas abertas em seu corpo, a coroa de espinhos africanos, de cerca de 7 ou 10 cm cada um, e tão duro, que poderiam até mesmo perfurar o crânio de uma pessoa, eram utilizados pelos marceneiros da época como pregos. A cruz que carregou com média de 150 quilos, as 6 horas de sofrimento na cruz, o longo trecho percorrido enquanto as pessoas blasfemava, esbofeteava, apedrejava e escarrava n,Ele, além de carregar a cruz foi pregado nela com pregos de 15 a 20 cm, humilhado, zombado, braço deslocado, tendões rompidos, sede, aflição psicológica e depois furado, isso ninguém quer, mais fácil para esses manipuladores, é usar uma camiseta ensanguentada de um pecador para enganar e levar para o abismo milhares de pessoas. ( Leia Marcos 15)

Michael Rossane 




Não adianta escrever frases tão bonitas nas redes sociais e por dentro está negro. Ser compromissado com igreja, com qualquer função que seja, se não é compromissado com Deus, se não nasceu de novo, se não tem atitudes e caráter transformados, se não se preocupa com a condição social e espiritual do seu próximo! Não adianta se esconder por trás da religião. A máscara não demora para cair! 

A Palavra Deus é a mesma de mais de 2 .000 anos atrás, ela não é parcial para apoiar seus desvios de conduta, foi criada por Deus para nos trazer bençãos como também maldições.

Michael Rossane





Não se vanglorie dos estudos e conhecimentos que você possui, se as pessoas a sua volta não são edificadas e beneficiadas.


Michael Rossane 


Um comentário:

  1. É isso Michael Rossane continue firme na Teologia, no conhecimento e na fé. Obrigada pela menção. Sinto-me honrada.

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💪 Nós aprendemos com Jesus que a verdadeira masculinidade não é simplesmente manter nossos narizes limpos e nossa casa em ordem. A verdadeira masculinidade significa enxergar além de nós mesmos para amar nosso próximo – e nosso próximo é qualquer um que encontramos em necessidade. O homem de verdade livremente doa seu tempo, recursos, atenção, energia e apoio emocional para aqueles que precisam, sem se preocupar em como eles podem retribuir. Seja você casado ou solteiro, se você não está servindo ao seu próximo abnegadamente e sacrificialmente, você não está exercendo completamente a masculinidade bíblica.

Phillip Holmes



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