"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17



terça-feira, 20 de agosto de 2013

*O Plano Mestre de Evangelismo

O PLANO MESTRE DE EVANGELISMO 


Este resumo elaborado do livro O Plano Mestre de Evangelismo é uma tentativa de esboçar a estratégia evangelista básica do Senhor Jesus. Ele fornece-nos a direção correta, dentro dos métodos que Jesus usou para com as vidas para seguirmos dentro da Palavra, com os exemplos mostrados por Cristo. Este livro apresenta uma série de princípios e tem esboçado um esquema que se for cuidadosamente estudado muito contribuirá para livrar o conceito de evangelismo do âmbito “especial” e do ocasional e o ancorará firmemente na vida e nos testemunhos essenciais e permanentes da congregação evangélica.

1º Passo de Jesus – “Escolheu doze dentre eles” Lc 6:13.

 João e André foram os primeiros a serem convidados, ao deixar Jesus a cena do grande reavivamento encabeçado por João Batista em Betânia, do outro lado do Rio Jordão.  André por sua vez trouxe seu irmão Pedro (João 1: 41,42). No dia Seguinte Jesus encontrou Felipe quando estava a caminho da Galileia e Felipe encontrou Natanael (João 1:43-51).

Tiago irmão de João, não é mencionado como participante do grupo, enquanto os quatro pescadores não foram novamente chamados diversos meses mais tarde a beira do mar da Galileia (MC 1:19; MT 4:21), pouco mais adiante viu Tiago, filho de Zebedeu e João seu irmão que estavam no barco consertando as redes e logo os chamou, deixando eles no barco a seu pai Zebedeu com os empregados, seguiram após Jesus. Pouco depois Mateus foi convidado a seguir ao mestre quando Jesus passava pela cidade de Cafarnaum (MC 2:13,14; MT 9:9 e LC 5:27).

De novo saiu Jesus para junto ao mar e toda multidão vinha ao seu encontro e Ele os ensinava. Quando passava viu  a Levi filho de Alfeu sentado na coletaria e  disse-lhe  segue-me! Ele se levantou e o seguiu.

Em LC 5, entendemos que foi André que levou Pedro a Jesus.O milagre da pesca influenciou a chamada de Pedro, pois Jesus chama Pedro.

Os setenta discípulos (LC 10:1) os reveladores do evangelho, como Marcos e Lucas, Tiago o Próprio irmão de Jesus (1 COR 15:7; GL 2.9,12; JO 2:12) dentro do grupo apostólico  selecionado Pedro, Tiago  e João pareciam desfrutar  de uma relação mais  especial com o mestre  que os outros nove apóstolos. Somente esses três privilegiados foram convidados a entrar na sala mortuária da filha de Jairo (MC 5.37 e LC 8.51). Somente esses três estiveram sozinhos no Monte com o mestre onde contemplaram a sua glória no momento, chamado: da transfiguração. (MC 9.2 ; MT 17.1 ;LC 9.28).

E em meio as oliveiras do Jardim do Getsêmani, que lançaram sombras ameaçadoras, a luz plena da manhã da Páscoa, esses três membros do círculo mais chegado, foram os que estiveram mais perto do seu Senhor, enquanto ele orava (MC 14.33 e MT 26.37).

É chegado o tempo de a igreja enfrentar de maneira realista essa situação. Nossos dias de superficialidade estão chegando ao término. O programa evangelístico da Igreja tem fracassado em quase todas as frentes. O que é pior, é que o grande esforço missionário das igrejas evangélicas em novas fronteiras tem perdido consideravelmente o seu ímpeto. Na maioria dos países a debilitada igreja nem ao menos está acompanhando o ritmo da explosão populacional durante todo o tempo, todavia as forças satânicas do mundo vão-se tornando mais incansáveis e abrasadas em seus ataques. 

É uma autêntica ironia, quando paramos para refletir a respeito da situação em uma época em que a igreja dispõe de facilidade para comunicação rápida como nunca antes aconteceu, na realidade estamos realizando menos na conquista do mundo para Deus, do que na conquista antes da invenção da carroça puxada a cavalos.

Outros setenta também foram enviados igualmente de dois em dois, a fim de darem testemunho sobre o seu Senhor (Ver LC 10.1). Não se sabe com certeza quem eram esses outros setenta discípulos; mas todas as indicações parecem mostrar que esse grupo incluía os doze discípulos originais. As dimensões do grupo também indicam que até certo ponto esse número aumentado se devia as atividades crescentes dos doze,  em seu testemunho em favor de Cristo.

O evangelismo, por conseguinte não é um acessório opcional em nossas vidas de crentes, mas é o próprio pulsar de tudo aquilo para o que fomos chamados a ser e fazer.

O plano de ensino traçado pelo Senhor Jesus mediante exemplo, incumbência e verificação constante, era calculado para extrair o que havia de melhor nos discípulos. O plano de Jesus nunca deixou de estar em vigor tão somente tem sido ignorado. Tem sido reputado como algo a ser lembrado, pertencente a um passado venerado, mas não como algo a ser levado a sério, como regra de conduta para o presente.

CONCLUSÃO

A leitura deste livro foi de muita significância para mim, já tive a oportunidade de ler alguns livros sobre evangelismo, mas os conteúdos abordados neste livro me ajudaram a entender e compreender o verdadeiro evangelismo, o método usou no seu testemunho a melhor forma de falar de Deus para as pessoas provando Biblicamente a sua autenticidade provando para as pessoas que a Bíblia é a palavra de Deus, e ensinou-me a evangelizar de uma forma simples como Jesus evangelizava. Não necessitamos de abordagens engenhosas para que as pessoas sejam salvas. 

Hoje sem dúvidas, existe uma maior facilidade dentro das igrejas para poder alcançar as vidas, e mesmo assim existem poucos resultados, as pessoas não saem do conforto que há dentro das igrejas, não se relacionam mais com as pessoas, apenas fazem grandes congressos avivamentos, louvores (etc...) para chamar e atrair pessoas para participarem dos cultos sem se aproximar das pessoas, sem querer se comprometer muito, sem querer cuidar delas ou acompanhá-las de fato como Jesus fazia.

Jesus esteve o tempo todo ao lado de seus discípulos, pouco tempo atrás eu meditei em um versículo bíblico que no tempo de Jesus, o relacionamento com Deus e com as pessoas era o que mais lhes importavam. Este livro esclareceu melhor os meus conceitos também teológicos e me deixou com a mente aberta para que haja sempre em mim dedicação total ao meu Senhor, e que sempre haja dependência total de sua graça, e para isso preciso constantemente de oração, jejum e leitura bíblica.

Aprendi alguns métodos a serem aplicados no meu evangelismo diário, pois hoje em dia por onde vamos sempre nos deparamos com pessoas necessitando de uma palavra, um abraço. Hoje o mundo está carente do amor de Deus, e por esse motivo precisamos ajudar as pessoas a compreender o amor de Deus para com elas e essa compreensão precisa começar por mim, pois a medida que entendo o sacrifico do Senhor Jesus e seu amor, não posso mais ficar de braços cruzados sem compartilhá-lo com outras pessoas.
O testemunho, a paciência e a oração, são os elementos mais abordados neste livro e que eu não posso deixar de lado de maneira alguma.

Uma grande lição: Quando os discípulos de Jesus tentaram curar o menino possesso por um demônio que fora trazido pelo seu próprio pai, eles falharam nesta missão, então veio a frustração, a situação fora grande demais para a fé deles; naturalmente Jesus passou a cuidar do menino mas não deixou em branco a oportunidade de dar aos frustrados discípulos, uma lição muito necessária: Através do jejum e da Oração, podemos aumentar a nossa fé e depender exclusivamente de Deus. (MC 9:17-29; MT 17:14-20).

Michael Rossane

BIBLIOGRAFIA 

Colemam, Robert e o plano mestre de evangelismo traduzido por João Marques Bentes. -São Paulo: Mundo Cristão, 1969.

Leia mais sobre EVANGELISMO/ MISSÕES

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