"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17



sábado, 13 de julho de 2013

* História Eclesiástica / Artigos

       Aguardem por alguns minutinhos o carregamento dos E-books e Slides



                                                          ... 

Os 100 Acontecimentos Mais Importantes da História do Cristianismo / Livro

DOZE HOMENS. UMA MISSÃO / UM PERFIL BÍBLICO-HISTÓRICO DOS DOZE DISCÍPULOS DE CRISTO







OS MÁRTIRES DO COLISEU



A Síndrome de Pilatos / Livro

 




A breve história do povo de Israel


A história do povo de Israel começa com Abraão, aproximadamente em 2.100 a.C. Ele morava na Mesopotâmia quando o Senhor o chamou e ordenou-lhe que andasse sobre a terra (Gn 12.1-9; 13.14-18). Andou por toda a terra de Canaã que seria futuramente a terra escolhida por Deus para seu povo habitar.

Obediente e temente ao Senhor, Abraão foi honrado por Deus, como o Pai de um povo inumerável (Gn 15.4-6 ) . Nasceu Isaque (Gn 21.1-7), deste veio Jacó( Gn 25.19-26; 25.29-34; 27.27-30) e gerou a José (Gn 30.22-24), que mais tarde seria vendido como escravo ao faraó (Gn 37), rei do Egito. José era fiel a Deus ( Gn 39.2-6,21-23 ) e não foi desamparado pelo Senhor.

Tornou-se um homem querido pelo faraó (rei do Egito) e foi promovido a governador do Egito ( Gn 41.37-46 ). Trouxe os seus familiares de Canaã onde havia uma grande fome (Gn 46.1-7 ). Do faraó receberam terras, para que as cultivassem ( Gn 47.5-12).

Assim os israelitas começaram a prosperar.Ali foram abençoados por Deus de uma forma extraordinária: prosperaram tanto e se tornaram tão ricos e tão numerosos que assustaram o reino egípcio.Resultado: foram subjugados militarmente e submetidos à escravidão (Ex 1.7-14).O faraó ainda não estava satisfeito. Pretendia interromper de forma definitiva sua expansão:

Decidiu que todos os varões que nascessem nas famílias israelitas deveriam ser mortos ( Ex 1.15,16,22). E assim foi feito, e de forma cruel. Às meninas, no entanto, era dado o direito à vida.Um desses bebês, Moisés, foi escondido por seus pais dos soldados egípcios. Os pais conseguiram isso durante três meses. Quando a vida do bebê passou a correr perigo iminente, seus pais o colocaram numa cesta e o soltaram no rio Nilo ( Ex 2.1-10 ).

A filha do faraó viu o cestinho descendo nas águas e o choro do bebê. Ela tratou de resgatá-lo e o menino ganhou o nome de Moisés, ou Moschê, que pode significar "retirado" ou "nascido das águas"( Ex 2.5-9 ).A mãe de Moisés tornou-se sua ama ( Ex 2.9 ), ele cresceu e estudou dentro do reino egípcio, sempre muito bem tratado, apesar da filha do faraó saber que ele era filho de hebreus.

Um dia, enquanto ainda vivia no reino, Moisés foi visitar seus "irmãos" hebreus e viu um deles ser ferido com crueldade por um egípcio. Irado, Moisés matou o egípcio e escondeu seu corpo na areia. Mas as notícias correram rapidamente: o faraó soube do crime e decidiu mandar matar Moisés. No entanto, ele conseguiu fugir para a terra de Midiã ( Ex 2.15 ).Foi ali que ele conheceria sua mulher, filha do sacerdote Reuel , chamada Zípora. Ela lhe deu um filho, que ganhou o nome de Gerson (que significa "hóspede")( Ex 2.21,22 ).

"Porque sou apenas um hóspede em terra estrangeira", diz Moisés (Ex 2.22)

Passaram-se os anos, o faraó que perseguia Moisés morreu, mas os israelitas (ou hebreus) continuavam sob o jugo egípcio. Diz a Bíblia que Deus se compadeceu do sofrimento de seu povo e ouviu o seu clamor ( Ex 2.24 ).Deus apareceu para Moisés pela primeira vez numa sarça em chamas( Ex 3 ), no monte Horebe. E lhe disse:

"... Eis que os clamores dos israelitas chegaram até mim, e vi a opressão que lhes fazem os egípcios. Vai, te envio ao faraó para tirar do Egito os israelitas, meu povo “(Ex 3.9-10).

Em companhia de Arão, seu irmão voltou para o Egito e constatou o faraó.Este parecia inabalável na decisão de manter os hebreus escravos (Ex 5.1-5).
Após ser atingido por dez pragas enviadas diretamente por Deus( Ex 7-12) .Permitiu que o povo finalmente fossem libertos, comeram a páscoa e partiram em direção ao deserto (Ex 12.37-51).

Era aproximadamente 3 milhões de pessoas.Começava a caminhada em direção a Canaã. A Bíblia fala em 600 mil (homens, sem contar as mulheres e crianças, eram aproximadamente 3 milhões de pessoas) andando pelo deserto durante 40 anos, em direção à terra prometida( Ex 12.37 ).

Nasce o Judaísmo

Nas quatro décadas da caminhada no deserto Deus falou diretamente com Moisés ( Ex 14.15 ...) e deu todas as leis a serem seguidas por seu "povo eleito" ( Ex 20.1-17 ). Os dez mandamentos, o conjunto de leis sociais e penais, as regras dos alimentos, os direitos sobre propriedades... Enfim, tudo foi transmitido por Deus a Moisés, que retransmitia cada palavra ao povo que o seguia. Era o nascimento do Judaísmo.
A caminhada não foi fácil. O povo rebelou-se diversas vezes contra Moisés e contra o Senhor. A incredulidade e a desobediência dos israelitas eram tamanhas que, algumas passagens, Deus pondera em destruí-los e a dar a Moisés outro povo (a primeira vez que Deus "lamenta" ter criado a raça humana está em Gn 6.6).Mas Moisés não queria outro povo. Clamou novamente a Deus para que perdoasse os erros dos israelitas( Ex 32.9,10 ). Porém todos os adulto que saíram do Egito, exceto Calebe e Josué morreram no deserto.

Moisés resistiu firme até à entrada de Canaã, infelizmente não pode entrar, apenas contemplou a terra (Dt 34.4,5 ) e foi levado por Deus. Josué tomou a direção do Povo e tomaram posse da terra Prometida.

"Eis a terra que jurei a Abraão, Isaac e a Jacó dar à tua posteridade. Viste-a com os teus olhos, mas não entrarás nela (disse Deus). E Moisés morreu." (Dt 34. 4,5).

"Não se levantou mais em Israel profeta comparável a Moisés, com quem o Senhor conversava face a face." (Dt 34.10).

Foram grandes e difíceis batalhas, até tomarem posse por completo de Canaã. Inicialmente o povo era dirigido pelos juízes ( Gideão, Eli, Samuel, etc). Mas inconformados com esta situação e querendo assemelhar-se aos demais reinos pediram para si reis, Deus os atendeu( 1Sm 8.5 ). Levantou-se Saul o primeiro rei, que foi infiel ao Senhor ( 1Sm 10.24 ), em seguida Davi tornou-se rei, este sim segundo o coração do Pai ( 2Sm 2.1-7 ). Salomão foi o terceiro rei, homem muito sábio e abençoado, construiu o primeiro Templo.

Após estes, muitos outros Reis vieram, alguns fieis outros infiéis. Muitas vezes tornaram-se um povo sem Pátria. Inclusive nos últimos dois milênios eram um povo disperso pela terra. Somente em 1948 foi restabelecido o Estado de Israel.Os judeus seguem apenas as leis do Torah (Antigo Testamento) até nossos dias. Jesus Cristo não é aceito como filho de Deus.

Os livros que o compõe o NT são desconsiderado pela religião judaica. Ainda esperam pelo nascimento do Messias!
Hoje, e apenas uma Nação a mais no planeta e não detém para si nenhuma das promessas bíblicas. As referências existente na Palavra a respeito de Israel, certamente refere-se ao povo formado pelo Eleitos de Deus, espalhados sobre a terra.

Retirado da Internet



HERÓDOTO HISTÓRIA







CIVILIZAÇÕES EGÍPCIAS



 


OS FARAÓS DO EGITO 







A SOCIEDADE EGÍPCIA







O EGITO ANTIGO 







O RIO NILO E A ECONOMIA







OS EGÍPCIOS EM VÍDEOS AULAS





Vale dos Reis (Egito) - Grandes Tesouros da Arqueologia  

Arte Egípcia

Arte do Antigo Egito 

Pintura Egípcia




As pirâmides egípcias são alguns dos principais pontos turísticos do mundo. Anualmente milhares de pessoas de diversas nacionalidades as visitam. Todos já devem ter se perguntado: como essas pirâmides foram construídas? Quem as construiu? Quanto tempo foi gasto na construção das pirâmides?

As principais pirâmides egípcias são a de Quéops (2530 a.C.), Quéfren (2500 a.C.) e Miquerinos (2471 a.C.) . Geralmente os nomes dados a essas construções se referem ao faraó que as construiu. A maior das pirâmides é a de Quéops, que demorou aproximadamente 25 anos para ser terminada. Na sua construção trabalharam cerca de 20 mil pessoas -- esses trabalhadores assentaram mais de dois milhões de blocos de pedras (o peso de cada bloco variava entre duas e dez toneladas, sua medida original era de 140 metros de altura).

Com os dados citados acima podemos ter a noção do enorme tamanho dessas construções e da grande capacidade da engenharia e arquitetura egípcia. Como eles construíram tal empreendimento? Atualmente, sabemos através dos estudos realizados por especialistas da história egípcia que não foram os escravos que construíram as pirâmides, mas trabalhadores que recebiam um pagamento pelos serviços prestados.

Perguntamos, então: como os trabalhadores egípcios conseguiram construir pirâmides com 140 metros de altura? Como levantaram mais de dois milhões de blocos? Como as pirâmides foram construídas tendo seus vértices geometricamente alinhados com os quatro pontos cardeais (norte, sul, leste, oeste)?

Durante o decorrer da história, existiram várias teorias sobre a construção das pirâmides egípcias. Uma dessas teorias propagou que essas enormes construções foram erguidas por seres alienígenas (extraterrestes). No filme 'Stargate' (1994), do diretor Roland Emmerich, essa teoria é bem retratada.

Alguns arqueólogos, especialistas nos estudos sobre o Egito Antigo, como Mark Lehner e Zahi Hawass, afirmam que as pirâmides não foram construídas por alienígenas. Outras teorias diziam que paralelas às pirâmides foram construídas rampas externas que facilitavam o deslocamento dos blocos, que eram puxados com cordas. Também eram utilizados troncos de árvores nas bases para facilitar o deslocamento desses blocos.

São muitas as especulações e suposições sobre o mistério da construção das pirâmides, mas a única certeza que temos é que elas foram construídas por trabalhadores, e não por escravos. Porém, os métodos e as técnicas utilizados na construção ainda têm que ser desvendados.






De 1798 a 1801, a campanha militar francesa no Egito se juntou a uma expedição científica sem precedentes.


A Campanha Francesa no Egito e Síria (1798-1801) foi uma expedição de Napoleão Bonaparte e seus exércitos no Oriente, ostensivamente para proteger interesses comerciais franceses, minar o acesso da Grã-Bretanha à Índia e à criação de uma empresa científica na região. Era o objetivo principal da campanha do Mediterrâneo de 1798, uma série de compromissos navais que incluíam a captura de Malta.

Apesar de muitas vitórias decisivas e uma expedição bem sucedida inicialmente para a Síria, Napoleão e sua Armée d'Orient foram forçados a retirar-se após a ascensão da desarmonia política na França, conflitos na Europa e a derrota da frota de apoio francesa na Batalha do Nilo.



Doc: As 10 Maiores Descobertas do Egito Antigo (Completo e Dublado) // Discovery Civilization

Sinopse:

Durante mais de 200 anos, o Egito abrigou os maiores descobrimentos do mundo. O Egito na História é um especial de 90 minutos que transporta os telespectadores até o mundo da arqueologia moderna e das análises científicas para descobrir seus incríveis e inexplorados segredos.


Acompanhado por uma equipe de importantes cientistas, o prestigiado arqueólogo Zahi Hawass viaja por todo o país, guiando os telespectadores pelas histórias de dez importantes descobrimentos: desde o barco solar de Khufu até o Obelisco inacabado.


Juntamente com estas construções impressionantes, as batalhas, a religião e a magia revelam exóticas e complexas histórias sobre a vida de reis, rainhas e de milhares de egípcios comuns, decifrando suas extraordinárias conquistas. Ao longo desta jornada, os especialistas do programa descobrem as pessoas que desenvolveram grande parte da arquitetura, crenças e disciplinas que regulam o mundo moderno.








Imagens e documentários sobre a Mitologia Egípcia aqui:
http://www.mitologia.templodeapolo.net/mit.asp?mit=Mitologia%20Eg%C3%ADpcia#topo 



BREVE HISTÓRIA DA REFORMA DA IGREJA DE CRISTO NA FRANÇA







Historia do Protestantismo



O Melhor Documentário sobre a História de Israel e do povo judeu [Completo]




Babilônia - Passado, Presente e Futuro (Dublado)



A Biblioteca de Alexandria (em português)




Assistam também nossos vídeos documentários 





MOISÉS E A TRAVESSIA DO MAR VERMELHO







O ÊXODO DECIFRADO - AS PRAGAS DO EGITO, OS DEZ MANDAMENTOS E ARCA DA ALIANÇA







HISTÓRIA DOS HEBREUS / FLÁVIO JOSEFO

Historia Dos Hebreus





QUEM ERAM OS SADUCEUS E OS FARISEUS?


Pergunta: "Quem eram os saduceus e os fariseus?"

Resposta:A Bíblia menciona freqüentemente os fariseus e saduceus, especialmente no Novo Testamento, já que Jesus estava em constante conflito com eles. Os fariseus e saduceus formavam a classe espiritual dominante de Israel. Há muitas semelhanças entre os dois grupos, assim como diferenças importantes.


Os saduceus - Durante o tempo de Cristo e do Novo Testamento, aqueles que eram saduceus eram aristocratas. Eles tinham a tendência de ser ricos e de ocupar cargos poderosos, incluindo o cargo de primeiro sacerdote e de sumo sacerdote. Eles também ocupavam a maioria dos 70 lugares do conselho regente chamado de Sinédrio. Eles trabalhavam muito duro para manter a paz através de sempre seguir as decisões de Roma (Israel nesta época estava sob o controle romano) e, na realidade, pareciam estar mais preocupados com a política do que com o religioso. Porque eles estavam sempre tentando acomodar os gostos de Roma, e porque eles eram ricos e da classe alta, eles não se relacionavam bem com o homem comum nem o homem comum os enxergava com alta estima. 


 O homem comum se relacionava melhor com aqueles que pertenciam ao grupo dos fariseus. Embora os saduceus ocupavam a maioria dos lugares no Sinédrio, a história indica que a maior parte do tempo eles tinham que concordar com as idéias da minoria farisaica, já que os fariseus eram os mais populares com o povo.

Religiosamente, os saduceus eram mais conservadores na área de doutrina do que os fariseus. Os fariseus enxergavam a tradição oral como tendo autoridade igual à Palavra escrita de Deus, enquanto os saduceus consideravam apenas a Palavra Escrita como sendo de Deus. Os saduceus trabalhavam arduamente para preservar a autoridade da Palavra escrita de Deus, especialmente os livros de Moisés (Gênesis até Deuteronômio). Enquanto eles poderiam ser elogiados por isso, eles definitivamente não foram perfeitos em suas opiniões doutrinárias. Segue-se uma breve lista de suas crenças que contradizem as Escritura:

1. Eles eram extremamente auto-suficientes, ao ponto de negar o envolvimento de Deus na vida quotidiana.

2. Eles negaram qualquer ressurreição dos mortos (Mateus 22:23; Marcos 12:18-27; Atos 23:8).

3. Eles negaram qualquer vida depois da morte, defendendo a crença de que a alma perecia com a morte; eles acreditavam que não há qualquer penalidade ou recompensa depois da vida terrena.

4. Eles negaram a existência de um mundo espiritual, ou seja, anjos e demônios (Atos 23:8).

Porque os saduceus estavam mais preocupados com a política do que com a religião, eles não se preocuparam com Jesus até quando as coisas chegaram ao ponto de que Jesus iria chamar a atenção indesejada de Roma. Foi a esta altura que os fariseus e saduceus se uniram e planejaram que Cristo fosse morto (João 11:48-50; Marcos 14:53; Marcos 15:1). Outras passagens que mencionam os saduceus são Atos 4:1, Atos 5:17, e os saduceus foram implicados na morte de Tiago pelo historiador Flávio Josefo (Atos 12:1-2).

Os saduceus deixaram de existir em 70 D.C. Já que este grupo existia por causa de seus laços políticos e sacerdotais, quando Roma destruiu Jerusalém e o Templo em 70 D.C., os saduceus também foram destruídos.

Os fariseus - Em contraste com os saduceus, os fariseus eram em sua maioria empresários de classe média e, por conseguinte, tinham contato constante com o homem comum. Os fariseus eram muito mais estimados pelo homem comum do que os saduceus. Apesar de serem uma minoria no Sinédrio, eles pareciam controlar o processo decisório do Sinédrio muito mais do que os saduceus, já que tinham o apoio do povo.

Religiosamente, eles enxergavam a Palavra Escrita como inspirada por Deus. Na época do ministério terreno de Cristo, a Palavra Escrita teria sido o que é agora o nosso Antigo Testamento. No entanto, eles também enxergavam a tradição oral com a mesma autoridade e tentaram defender sua posição ao argumentar que estas tradições podiam ser traçadas de volta para Moisés. Isso era nada menos do que legalismo. Estas tradições tinha evoluído ao longo dos séculos. Estas tradições acrescentaram à Palavra de Deus, e isso era proibido (Deuteronômio 4:2; Apocalipse 22:18-19). Os fariseus procuravam obedecer rigorosamente a estas tradições juntamente com o Antigo Testamento. Os Evangelhos abundam com exemplos dos fariseus tratando essas tradições como sendo iguais à Palavra de Deus (Mateus 9:14, 15:1-9, 23:5, 23:16, 23; Marcos 7:1-23; Lucas 11:42) . No entanto, eles permaneceram fiéis à Palavra de Deus com referência a algumas outras doutrinas importantes. Em contraste com os saduceus, os fariseus acreditavam no seguinte:

1. Eles acreditavam que Deus controlava todas as coisas mas que decisões tomadas por indivíduos também contribuíam para o que acontecia no curso da vida de uma pessoa.

2. Eles acreditavam na ressurreição dos mortos (Atos 23:6).

3. Eles acreditavam em uma vida depois da morte, com a devida recompensa e punição individual.

4. Eles acreditavam na existência de anjos e demônios (Atos 23:8).

Apesar dos fariseus serem rivais com os saduceus, eles conseguiram colocar suas diferenças de lado em uma ocasião - o julgamento de Cristo. Foi neste ponto que os fariseus e saduceus se uniram para colocar Cristo à morte (Marcos 14:53, 15:1, João 11:48-50).

Embora os saduceus tenham deixado de existir após a destruição de Jerusalém e do Templo por serem um grupo em grande parte de natureza política, os fariseus, os quais estavam muito mais preocupados com o estado religioso de Israel, continuaram a existir muito além da destruição de Jerusalém. Na verdade, os fariseus eram contra a rebelião que causou a destruição de Jerusalém em 70 D.C, e foram os primeiros a fazer a paz com os romanos depois. Os fariseus também foram responsáveis pela compilação do Mishnah, um documento importante com referência à continuação do judaísmo após a destruição do lugar central de culto, o Templo.

Tanto os fariseus quanto os saduceus foram muito censurados por Jesus. Talvez a melhor lição que podemos aprender com os fariseus e saduceus é a de não ser como eles. Ao contrário dos saduceus, devemos acreditar em tudo o que a Bíblia diz, incluindo no supernatural e em vida após a morte. Ao contrário dos fariseus, não devemos tratar tradições como tendo igual autoridade com a Escritura, e não devemos permitir que o nosso relacionamento com Deus seja reduzido a uma lista legalista de regras e rituais.




POR QUE OS JUDEUS E OS ÁRABES / MUÇULMANOS SE ODEIAM?


Pergunta: "Por que os judeus e os árabes/muçulmanos se odeiam?"

Resposta:Primeiro, é importante entender que nem todos os árabes são muçulmanos, e nem todos os muçulmanos são árabes. Enquanto a maioria dos árabes é muçulmana, há muitos árabes não-muçulmanos. Além disso, há significantemente mais muçulmanos não-árabes (em áreas como a Indonésia e a Malásia) do que muçulmanos árabes. Segundo, é importante lembrar que nem todos os árabes odeiam os judeus, que nem todos os muçulmanos odeiam os judeus, e que nem todos os judeus odeiam os árabes e os muçulmanos. Nós devemos ter o cuidado de não estereotipar as pessoas. No entanto, dito isso, falando em sentido geral, árabes e muçulmanos têm desgosto e desconfiança dos judeus, e vice-versa.

Se há uma explicação bíblica explícita para esta animosidade, ela remonta aos tempos de Abraão. Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão. Os árabes são descendentes de Ismael, também filho de Abraão. Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocações de Ismael contra Isaque (Gênesis 21:9), Sara disse para Abraão mandar embora Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21). Isto causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo até profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12).

A religião do Islã, à qual a maioria dos árabes é aderente, tornou essa hostilidade mais profunda. O Alcorão contém instruções de certa forma contraditórias para os muçulmanos em relação aos judeus. Em certo ponto, ele instrui os muçulmanos a tratar os judeus como irmãos, mas em outro ponto, ordena que os muçulmanos ataquem os judeus que se recusam a se converter ao Islã. O Alcorão também introduz um conflito sobre o qual filho de Abraão era realmente o filho da promessa. As Escrituras hebraicas dizem que era Isaque. O Alcorão diz que era Ismael. O Alcorão ensina que foi Ismael a quem Abraão quase sacrificou ao Senhor, não Isaque (em contradição a Gênesis capítulo 22). Este debate sobre quem era o filho da promessa contribui para a hostilidade de hoje em dia.

No entanto, a antiga raiz de hostilidade entre Isaque e Ismael não explica toda a hostilidade entre os judeus e os árabes de hoje. Na verdade, por milhares de anos durante a história do Oriente Médio, os judeus e os árabes viveram em relativa paz e indiferença entre si. A causa primária da hostilidade tem uma origem moderna. Após a Segunda Guerra Mundial, quando as Nações Unidas deram uma porção da terra de Israel para o povo judeu, a terra na época era habitada principalmente por árabes (os palestinos). A maioria dos árabes protestou veementemente contra o fato da nação de Israel ocupar aquela terra. As nações árabes se uniram e atacaram Israel em uma tentativa de exterminá-los da terra – mas eles foram derrotados por Israel. Desde então, tem havido grande hostilidade entre Israel e seus vizinhos árabes. 


 Se você olhar num mapa, Israel tem uma pequena faixa de terra e está cercado por nações árabes muito maiores, como a Jordânia, a Síria, a Arábia Saudita, o Iraque e o Egito. O nosso ponto de vista é que, biblicamente falando, Israel tem o direito de existir como uma nação em sua própria terra – Deus deu a terra de Israel aos descendentes de Jacó, neto de Abraão. Ao mesmo tempo, nós acreditamos que Israel deveria buscar a paz e mostrar respeito pelos seus vizinhos árabes. Salmos 122:6 declara: “Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam.”



A BÍBLIA TEM O REGISTRO DAS MORTES DOS APÓSTOLOS? COMO MORREU CADA UM DOS APÓSTOLOS?

Pergunta: "A Bíblia tem o registro das mortes dos apóstolos? Como morreu cada um dos apóstolos?"
Resposta:O único apóstolo cuja morte está registrada na Bíblia é Tiago (Atos 12:2). O rei Herodes “fez Tiago passar a fio de espada” - aparentemente uma referência à decapitação. As circunstâncias das mortes dos outros apóstolos só podem ser conhecidas baseadas nas tradições da igreja; portanto não devemos dar muito crédito a nenhum desses relatos. A tradição da igreja mais aceita em relação à morte de um apóstolo é que o Apóstolo Pedro foi crucificado, de cabeça para baixo em uma cruz em forma de x, em Roma, cumprindo a profecia de Jesus (João 21:18). A seguir estão as “tradições” mais populares a respeito das mortes dos outros apóstolos.

Mateus sofreu martírio na Etiópia, morto por um ferimento causado por uma espada. João esteve à beira do martírio, quando ele foi cozido em um recipiente enorme de óleo durante uma onda de perseguição em Roma. No entanto, ele foi milagrosamente livrado da morte. João foi sentenciado às minas na ilha de Patmos. Ele escreveu o livro profético do Apocalipse em Patmos. O apóstolo João foi mais tarde posto em liberdade e retornou para o lugar onde hoje fica a Turquia. Ele morreu velho, sendo o único apóstolo a morrer em paz.

Tiago, o irmão de Jesus (não oficialmente um apóstolo), o líder da igreja em Jerusalém, foi atirado de mais de 30 metros de altura do alto do pináculo sudeste do Templo ao se recusar a negar sua fé em Cristo. Quando eles descobriram que ele havia sobrevivido à queda, seus inimigos o espancaram até a morte com um porrete. Este foi o mesmo pináculo para onde Satanás levou a Jesus durante a tentação.

Bartolomeu, também conhecido como Natanael, foi um missionário para a Ásia. Ele testemunhou onde hoje é a Turquia e foi martirizado pela sua pregação na Armênia, quando ele foi chicoteado até a morte. André morreu em uma cruz em forma de x na Grécia. Após ter sido chicoteado severamente por sete soldados, estes ataram o seu corpo à cruz com cordas para prolongar a sua agonia. Seus seguidores reportaram que, quando ele foi levado em direção à cruz, André a saudou com as seguintes palavras: “Muito desejei e esperei por esta hora. 


 A cruz foi consagrada pelo corpo de Cristo pendurado nela”. Ele continuou a pregar para os seus torturadores por dois dias até que ele morreu. O apóstolo Tomé foi atingido por uma lança na Índia durante uma de suas viagens missionárias para estabelecer a igreja lá. Matias, o apóstolo escolhido para substituir o traidor Judas Iscariotes, foi apedrejado e depois decapitado. O apóstolo Paulo foi torturado e depois decapitado pelo maligno imperador Nero em Roma em 67 d.C. Há tradições referentes aos outros apóstolos também, mas nenhuma com apoio histórico ou tradicional confiável.

Não é tão importante saber como os apóstolos morreram. O que importa é o fato de que todos eles estavam dispostos a morrer pela sua fé. Se Jesus não tivesse sido ressuscitado, os discípulos o saberiam. Ninguém morreria por alguma coisa que se sabe ser uma mentira. O fato de que todos os apóstolos estavam dispostos a morrer horrivelmente, recusando-se a negar a sua fé em Cristo é uma tremenda evidência de que eles verdadeiramente testemunharam a ressurreição de Jesus Cristo.









História da Igreja/ Grande despertamento nos EUA 


  




HOMOSSEXUALIDADE NO MUNDO ANTIGO  


Romanos 1

  Em Romanos 1.24-32, Paulo descreve a depravação dos gentios. Cita a homossexualidade como o exemplo mais importante e comprobatório de sua reprovação. Com esse comportamento, eles demonstravam a realidade de que rejeitar a Deus conduz à perversão de tudo o que é bom e correto. De fato, a homossexualidade difundida é prova irrefutável de que uma cultura está sob juízo divino.

  Hoje, entretanto, muitos intérpretes afirmam que ler Romanos 1 à luz da realidade cultural do mundo greco-romano revela que Paulo não estava, na verdade, condenado a homossexualidade em si, mas reprovando uma versão particularmente sensual e promíscua dessa inclinação sexual. Ou seja, de acordo com esses estudiosos, a homossexualidade, no contexto de um relacionamento cuidadoso e amável, não só é aceitável, como não fazia parte das preocupações de Paulo.


 Essa interpretação baseia-se numa distorção do que conhecemos sobre as práticas e crenças antigas.  A homossexualidade era muito comum no mundo grego e durante o período do NT difundiu-se também no mundo romano. Na época, como agora, havia orgias homossexuais, porém muitas outras variedades de comportamento homossexual eram praticadas. Entretanto, não podemos afirmar que o comportamento homossexual pagão era estritamente orgiástico. 


Os homens gregos envolviam-se em relacionamentos homossexuais com adolescentes. Muitos na verdade, consideravam isso uma experiência para atingir a maturidade. Qualquer atração homossexual era descrita com termos românticos. Poetas e poetisas celebravam seu amor por pessoas do mesmo sexo. Safo (ca. 630 a.C) foi a poetisa mais famosa desse gênero, embora a natureza precisa de seu relacionamento com a mulher de seu poema seja alvo de debates. O imperador romano Adriano era tão dominado pelo amor passional por um jovem chamado Antínoo que, quando o objeto de sua afeição se afogou, o imperador deprimido decretou que ele fosse adorado como um deus. veja Homossexualidade na Espanha





  Os judeus, no entanto, consideravam os homossexuais depravados por natureza - atitude fundamentada em textos bíblicos, como Levítico 18.22. Os escritos judaicos desse período tratavam a atividade homossexual como digna de morte. Paulo, longe de discordar desse ponto de vista, endossou-a rigorosamente  (1 Co 6.9) É importante observar, no entanto, que nem Paulo nem seus contemporâneos  judeus faziam distinção entre homossexualidade legal e ilícita. Para eles, tal preferência sexual, era por natureza, errada em qualquer contexto. 

  Há evidências de que mesmos os gregos podiam estar cientes de que este comportamento era depravado. Aristófanes, poeta cômico grego, fazia piadas sobre o comportamento homossexual (ainda que o utilizasse como artifício cômico). Por exemplo, em Mulheres na Tesmofórias, (Festas celebradas pelas mulheres de Atenas em honra de Deméter e de Coraridiculariza sem piedade a homossexualidade notória do poeta Agatão. Seria exagero afirmar que Aristófanes se opunha à prática homossexual, mas sua comédia indica uma consciência preocupada com esse comportamento na cultura em que estava inserido. Platão, por sua vez, em seus primeiros diálogos, aprova o comportamento homossexual, porém, já no final de sua carreira, observa em sua Leis que a relação sexual homossexual era largamente reconhecida como não natural. 


Bíblia de Estudo Arqueológica 
Imagens Museu Britânico 




Profetas na Bíblia e nas Nações Pagãs


AMÓS 7 

  A profecia era comum no mundo do AT. Homens e mulheres foram chamados por Deus para falar em seu nome e eram conhecidos por vários termos hebraicos, que podem ser traduzidos de diversas formas, como "profeta / profetisa", "vidente", "visionário" e "homem de Deus'. Como não existiam diferenças significativas entre esses termos, a Septuaginta muitas vezes traduz "profeta", "vidente" e "visionário" usando a única palavra grega para "profeta".

  Os profetas mais antigos de Israel pareciam ter ligação com um grupo profético ("os discípulos dos profetas" que seguiam Eliseu; 2 Rs 2.3), enquanto os profetas posteriores parecem ter sido mais independentes. Algumas confirmações arqueológicas da atividade profética em Israel são vistas nos óstracos de Láquis, que mencionam uma pessoa chamada "o profeta". 


Óstraco ou óstracon (em grego: όστρακον, ostrakon, plural όστρακα, ostraka) é um fragmento de cerâmica (ou pedra), normalmente quebrado de um vaso. Essas peças eram usadas para documentar procedimentos oficiais, mensagens, curtas, notas e avisos principalmente por serem um material mais barato do que papiro ou couro, graças à sua durabilidade um grande número de peças foram preservadas.
Na Grécia Antiga, em Atenas o fragmento de cerâmica era usado para votar se uma pessoa deveria ser punida com o ostracismo

Mesmo assim, a profecia não era um fenômeno exclusivo de Israel, como a própria Bíblia comprova (cf. "os profetas de Baal" e "os profetas de Aserá", em 1 Rs 18.19). Alguns textos antigos contêm numerosos exemplos de profetas pagãos:

 * O arquivo da cidade de Mari, no médio Eufrates, datado da metade do século XVIII a.C., menciona vários homens e mulheres que se dirigiram ao rei em nome dos deuses. Assim como os termos bíblicos para "profetas", múltiplos títulos eram dados a esses indivíduos em Mari, até mesmo, em certa ocasião, o termo nabu, o equivalente acádio do hebraico navi (profeta). Alguns profetas de Mari estavam ligados a locais religiosos como sacerdotes ou servos de algum templo, porém muitos parecem ter sido pessoas comuns, de vários ramos de atividade. O comportamento extático, visto entre os profetas bíblicos nos dias de Samuel (1 Sm 18.24) e depois em Ezequiel 4.4, também era evidente em Mari.

Mari (atualmente Tell Hariri) foi uma cidade amorita e suméria localizada a 11 km a noroeste da atual cidade de Abu Kamal.
Uma cidade mesopotâmica proeminente durante o fim do terceiro milênio e primeira metade do segundo milênio a.C. Situava-se no Eufrates do Meio, cerca de 370 km a noroeste da Babilónia. O local situa-se agora dentro da Síria, perto da fronteira com o Iraque. Depois de ter sido conquistada por reis tão ilustres como Enato, de Lagás e Sargon, de Acade e de ter mudado repetidamente de mãos, por volta de 1800 AC caiu nas mãos dos amoritas que a governaram até ser conquistada por Hamurabi, da Babilônia e incorporada no seu reino. Pouco depois, Mari perdeu importância e entrou em decadência. Mari foi redescoberta por acaso em 1933 e a partir daí foram efetuadas escavações, que só foram interrompidas por problemas políticos e guerras. As escavações foram efetuadas sob a direção de A. Parrot, que conduziu 21 campanhas arqueológicas em Mari até 1974. Para além de outros edifícios, ele escavou dois templos, a torre do templo da cidade e o grande palácio real que continha 300 quartos. A descoberta do arquivo real com cerca de 20.000 tabuinhas cuneiformes foi o ponto mais alto desta expedição. Estes textos datam, na sua maioria, do último século da existência da Mari, quando a cidade ainda era governada pelos amoritas. A maior parte dos documentos era de natureza administrativa mas o arquivo também continha muitos textos judiciais e cartas de Estado. Até 1978 já tinham sido publicadas 5.000 tabuinhas.
Embora os textos não tenham relação direta com a história bíblica, são muito importantes para os eruditos que estudam a Bíblia porque fornecem material de apoio relativo ao período patriarcal, tornando conhecidas a cultura e a religião dos amoritas, um povo com quem os patriarcas mantiveram relações comerciais (ver Gn 14:13; Gn 15:16). Os eruditos mostraram-se particularmente intrigados com as atividades dos profetas tanto Mari como em Alepo, tal como é confirmado por cartas recebidas em Mari, vindas de Alepo.

 * Um vidente extático chamado "homem de deus" é comprovado numa das orações hititas de Mursilis, do século XIV a.C. 


Os hititas eram um povo indo-europeu que, no II milênio a.C., fundou um poderoso império na Anatólia central (atual Turquia), cuja queda data dos séculos XIII-XII a.C. Em sua extensão máxima, o Império Hitita compreendia a Anatólia, o norte e o oeste da Mesopotâmia até à Palestina.

* A história egípcia de Wen Amon, do século XI a.C., conta a história de um jovem que compareceu no tribunal do rei de Biblos aparentemente possesso por um deus, durante um ritual de ofertório, como evidência de seu comportamento extático.

* Uma inscrição do século VIII a.C. do Estado sírio de Hamate, conta a história de um homem chamado Zakir que orava a Baal por sua cidade sitiada e recebeu a promessa de ajuda divina por meio de videntes e outras pessoas inspiradas. 

* Alguns textos em gesso de Deir Allah, datados do final do século VIII a.C., mencionam alguém chamado Balaão, de quem se diz ser "um vidente dos deuses" e que mais tarde teve uma visão do deus El. 

 Como porta-voz de Deus, Amós evitou qualquer título profético, talvez por causa das associações indesejadas com o termo em seus dias (7.14). Como visto em tantas outras passagens das Escrituras, as palavras de Amós reforçam a realidade de que Deus usa pessoas comuns para cumprir seus propósitos. 

Bíblia de Estudo Arqueológica 



Interpretação Bíblica em Qumran e Entre os Antigos Rabinos



Mateus 23

   Qumran é o local em que os manuscritos do mar Morto foram descobertos. A comunidade antiga ali estabelecida produziu uma biblioteca com mais de 800 manuscritos, a maioria relacionada à interpretação bíblica. Essa coleção inclui uma grande variedade de documentos:
·       Paráfrases – Alguns textos “reescrevem” porções das narrativas bíblicas com paráfrases interpretativas e expansivas (e.g., O Gênesis apócrifo e o rolo do templo).

·       Comentários – Ou pesharim, anotações sobre os livros proféticos e os Salmos, buscando interpretar ou explicar os textos bíblicos.

·       Antologias – Textos que alinham várias passagens bíblicas em torno de um tema – algo como uma “Bíblia temática” moderna.

·       Escritos originais compostos em estilo bíblico. Esses documentos usam expressões, estilo e vocabulário bíblicos para evocar a autoridade das escrituras. O mestre da justiça, o líder maior da comunidade de Qumran, acreditava que Deus lhe havia revelado todos os mistérios dos escritos proféticos. A interpretação bíblica em Qumran refletia sua compreensão de que as Escrituras estavam repletas de referências ocultas à sua comunidade e aos seus conflitos com outros líderes judaicos e com o mundo exterior.  
   Alguns documentos de Qumran dão a entender que a comunidade se considerava não apenas autorizada a fazer interpretações inspiradas das Escrituras, mas também a dar à luz novas obras com inspiração idêntica à das Escrituras.

    A interpretação em Qumran concentrava-se nas regras que governavam a comunidade e nas interpretações proféticas que apoiavam seus ideais e esperanças.

 A interpretação bíblica rabínica antiga estava relacionada principalmente à Halaká – as regras que governavam a vida diária e a prática religiosa. A procura da aplicação precisa da lei bíblica entre os judeus significava que a Halaká tinha de proporcionar orientações sobre o que uma pessoa podia comer ou vestir ou que ação era permitida em determinadas circunstâncias. Como os tempos e as situações mudavam, novas perguntas surgiam sobre o que era permissível ou exigido. Assim, a interpretação era uma tarefa contínua, resultando num processo ininterrupto de refinamentos aos pareceres legais anteriores.

 Esses refinamentos aconteciam na forma dialógica, na qual os rabinos debatiam a aplicação apropriada de textos bíblicos e princípios legais. Em suas deliberações, tendiam a citar ou enfileirar versículos na base de alguma semelhança, como o fato que cada versículo ter uma palavra em comum. Por exemplo, os rabinos podiam citar ou associar vários versículos de partes diferentes da Bíblia que continham a palavra “uvas” – até mesmo quando não havia relação alguma entre eles – e usavam a palavra em contextos radicalmente diferentes.

   Essa estratégia tratava a Bíblia como um “hipertexto” (uma rede complexa de associações que permitia saltar de uma passagem para outra). Essa interpretação era uma espécie de quebra-cabeça, cujas peças precisavam ser constantemente viradas, giradas e rearranjadas. O resultado desejado e ideal: quando a combinação certa de passagens bíblicas era posta lado a lado, revelava o significado difícil de entender do texto que estava sob consideração.

   O processo não era de todo arbitrário. A interpretação era controlada por um conjunto de princípios. Os primeiros sete princípios são atribuídos a Hillel, rabino famoso do século I d.C. Os dois princípios mais importantes eram o argumento a fortiori (significando que um princípio que trabalha num caso menos importante também deveria ser aplicado a um caso de maior importância) e o princípio da analogia verbal (significando que duas passagens diferentes que apresentam palavras em comum podem ser usadas para interpretar uma a outra). 

Em Mateus 23, Jesus repreende os escribas e fariseus por estabelecerem regras elaboradas e meticulosas para tratar de assuntos menos importantes, mas ignorarem questões mais significativas. Jesus rejeitava principalmente a tendência de se concentrarem em assuntos que envolviam a pureza externa e ritual, enquanto ignoravam algo mais importante: a contaminação interna do coração. 


Bíblia de Estudo Arqueológica 



Os Saduceus


Mateus 22. 

Os saduceus eram uma seita religiosa e política do período do segundo templo, atraídos principalmente pelos elementos aristocráticos e sacerdotais dominantes da sociedade judaica. O partido controlava o culto no templo, e muitos de seus membros pertenciam também ao supremo conselho legal judaico, o Sinédrio (At 23.6). Duas explicações para a origem dos saduceus ligam o nome da seita a duas figuras históricas distintas, porém ambas chamadas Zadoque.
·       O termo “saduceu” pode ser derivado de Zadoque, sumo sacerdote nos dias de Davi e Salomão (2 Sm 8.17; 1 Rs 1.34). Na visão da restauração, de Ezequiel, é confiada aos descendentes desse Zadoque a supervisão da adoração no templo (Ez 40.46; 43. 19;44.15).
  Na realidade, os descendentes de Zadoque constituíam a hierarquia do templo até o século II a.C.
 
·       De acordo com a tradição de rabínica, entretanto, a seita dos saduceus foi fundada por um discípulos de Antígono de Socó (ca. 200 a.C), também chamado Zadoque.
·       Os principais oponentes dos saduceus eram os fariseus. Ao contrário dessa facção rival, os saduceus negavam a ressurreição dos mortos (Mt 22.23-33; At 4.1,2; 23.6-8), a imortalidade da alma, a doutrina de recompensa e castigo e a validade da “lei oral” (regulamentos transmitidos pela tradição rabínica). Eles aceitavam como obrigatórias apenas as leis baseadas diretamente no texto do Pentateuco. É por essa razão que Jesus defendeu a doutrina da ressurreição diante deles do ponto de vista de Êxodo 3.6, em vez de se apoiar nos profetas (Mt 22.32).

 A influência dos saduceus cessou com a destruição do templo, em 70 d.C., o que levou o judaísmo pós-bíblico a se desenvolver conforme a ideologia farisaica. Os ensinamentos rabínicos posteriores contêm numerosos exemplos de propaganda antissaduceia. 


                                       QUEM ERAM OS SADUCEUS?


Resposta: A Bíblia menciona freqüentemente os fariseus e saduceus, especialmente no Novo Testamento, já que Jesus estava em constante conflito com eles. Os fariseus e saduceus formavam a classe espiritual dominante de Israel. Há muitas semelhanças entre os dois grupos, assim como diferenças importantes.

Os saduceus - Durante o tempo de Cristo e do Novo Testamento, aqueles que eram saduceus eram aristocratas. Eles tinham a tendência de ser ricos e de ocupar cargos poderosos, incluindo o cargo de primeiro sacerdote e de sumo sacerdote. Eles também ocupavam a maioria dos 70 lugares do conselho regente chamado de Sinédrio. Eles trabalhavam muito duro para manter a paz através de sempre seguir as decisões de Roma (Israel nesta época estava sob o controle romano) e, na realidade, pareciam estar mais preocupados com a política do que com o religioso. 


Porque eles estavam sempre tentanto acomodar os gostos de Roma, e porque eles eram ricos e da classe alta, eles não se relacionavam bem com o homem comum nem o homem comum os enxergava com alta estima. O homem comum se relacionava melhor com aqueles que pertenciam ao grupo dos fariseus. Embora os saduceus ocupavam a maioria dos lugares no Sinédrio, a história indica que a maior parte do tempo eles tinham que concordar com as idéias da minoria farisaica, já que os fariseus eram os mais populares com o povo.

Religiosamente, os saduceus eram mais conservadores na área de doutrina do que os fariseus. Os fariseus enxergavam a tradição oral como tendo autoridade igual à Palavra escrita de Deus, enquanto os saduceus consideravam apenas a Palavra Escrita como sendo de Deus. Os saduceus trabalhavam arduamente para preservar a autoridade da Palavra escrita de Deus, especialmente os livros de Moisés (Gênesis até Deuteronômio). Enquanto eles poderiam ser elogiados por isso, eles definitivamente não foram perfeitos em suas opiniões doutrinárias. Segue-se uma breve lista de suas crenças que contradizem as Escritura:

1. Eles eram extremamente auto-suficientes, ao ponto de negar o envolvimento de Deus na vida quotidiana.

2. Eles negaram qualquer ressurreição dos mortos (Mateus 22:23; Marcos 12:18-27; Atos 23:8).

3. Eles negaram qualquer vida depois da morte, defendendo a crença de que a alma perecia com a morte; eles acreditavam que não há qualquer penalidade ou recompensa depois da vida terrena.

4. Eles negaram a existência de um mundo espiritual, ou seja, anjos e demônios (Atos 23:8).

Porque os saduceus estavam mais preocupados com a política do que com a religião, eles não se preocuparam com Jesus até quando as coisas chegaram ao ponto de que Jesus iria chamar a atenção indesejada de Roma. Foi a esta altura que os fariseus e saduceus se uniram e planejaram que Cristo fosse morto (João 11:48-50; Marcos 14:53; Marcos 15:1). Outras passagens que mencionam os saduceus são Atos 4:1, Atos 5:17, e os saduceus foram implicados na morte de Tiago pelo historiador Flávio Josefo (Atos 12:1-2).

Os saduceus deixaram de existir em 70 D.C. Já que este grupo existia por causa de seus laços políticos e sacerdotais, quando Roma destruiu Jerusalém e o Templo em 70 D.C., os saduceus também foram destruídos.


Bíblia de Estudo Arqueológica 





João Damasceno (675-749)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
São João Damasceno
Ícone grego representando
São João Damasceno
Doutor da Igreja (Doctor Assumptionis)
Nascimento675 em Damasco
Morte4 de dezembro de 749 (74 anos)[1] em Mar SabaJerusalém
Veneração porIgreja CatólicaIgreja OrtodoxaIgreja LuteranaComunhão Anglicana
Festa litúrgica4 de dezembro
Gloriole.svg Portal dos Santos

Representação de João Damasceno na Crônica de Nuremberga
João Damasceno ou João de Damasco (em gregoἸωάννης ὁ Δαμασκηνόςtransl.: Iōannēs ho Damaskēnos; em latimIohannes Damascenus675 - 4 de dezembro de 749), dito Chrysorrhoas ("boca de ouro"), foi um monge e sacerdote sírio. Nascido e criado em Damasco, morreu em seu mosteiroMar Saba, perto de Jerusalém. Um polímata cujos interesses incluíam direitoteologia e música, algumas fontes afirmam que serviu como administrador-chefe do califa de Damasco antes de sua ordenação.
Escreveu obras explicando a fé cristã e compôs hinos que ainda são utilizados na liturgia no cristianismo oriental por todo o mundo. João é considerado "o último dos Padres da Igreja" pela Igreja Ortodoxa e é mais conhecido por sua contundente defesa da veneração de ícones. Igreja Católica o considera um Doutor da Igreja, geralmente chamado de "Doutor da Assunção" por causa de suas obras sobre a Assunção de Maria.

Biografia

A fonte mais utilizada para obter informações sobre a vida de João Damasceno é uma obra atribuída a João de Jerusalém, que se identifica nela como patriarca de Jerusalém, uma tradução para o grego de um original árabe. Este original, por sua vez, não contém um prólogo encontrado na maioria das traduções e foi escrita por um monge chamado "Miguel". Ele explica que decidiu escrever a biografia em 1084 por que não havia nenhuma disponível na época. Porém, a parte principal do texto parece ter sido escrita por um autor anterior em algum momento entre o início do século IX e o final do século X em árabe. Escrita de um ponto de vista hagiográfico, propenso a exageros e detalhes lendários, a obra não é uma fonte ideal para informações sobre a vida de João, mas contém alguns elementos valiosos e foi amplamente reproduzida.
A novela hagiográfica "Barlaão e Josafá", tradicionalmente atribuída a João, é, na realidade, uma obra do século X de autor desconhecido.

Histórico Familiar 

João nasceu numa proeminente família conhecida como Mansour (em árabeالمنصور - al-Mansǔr: "vitoriosa") em Damasco no século VII. Seu nome completo era Yuhanna (ou Yanah) ibn Mansur ibn Sarjun (em árabeمنصور بن سرجون), em homenagem ao seu avô, que havia sido responsável pela coleta de impostos na região sob o imperador bizantino Heráclio (r. 610–641). A falta de documentação atestando a sua linhagem tribal específica levou diversos acadêmicos a colocá-lo entre os Taghlib ou os Kalb, duas proeminentes tribos cristãs-árabes do Deserto da Síria. Outros sugerem que ele pode ter sido um sírio de origem não-árabe. Qualquer que seja o caso, João Damasceno tinha dois nomes: João, seu nome cristão, e seu nome árabe, citado como QureinYana ou Yahanna.
Eutíquio, um patriarca melquita do século X, menciona um certo governador árabe da cidade que teria rendido-a aos muçulmanos, provavelmente o avô de João, Mansur Bin Sargun. Quando a região caiu sob o jugo dos omíadas no final do século VII, a corte de Damasco manteve seu grande contingente de servidores civis cristãos, inclusive o avô de João. O pai dele, Sarjun (Sergius) ou Ibn Mansur, continuou a servir os califas omíadas. De acordo com João de Jerusalém e algumas versões posteriores de sua vida, após a morte do pai, João também serviu na corte do califa antes de se tornar monge. Esta tese tem sido questionada uma vez que ele não é mencionado nas fontes muçulmanas, que, contudo, citam seu pai. Além disso, as obras do próprio João Damasceno jamais fizeram referência à qualquer experiência na corte muçulmana por parte dele. Acredita-se que João tenha se tornado monge em Mar Saba e que foi ordenado sacerdote em 735.

Educação

Uma das biografias de João descreve o plano de seu pai para ele, de "aprender não apenas através dos livros dos muçulmanos, mas dos gregos também". A partir disso, sugere-se que João possa ter sido criado de forma bilíngue. Ele de fato mostra algum conhecimento do Corão, que critica duramente.
Outras fontes descrevem a sua educação em Damasco como tendo sido conduzida de acordo com os princípios da educação helenística, chamada de "secular" por uma fonte e "cristã clássica" por outra. Um relato identifica seu tutor como um monge chamado Cosmas, que teria sido raptado pelos árabes de sua casa na Sicília, e por quem o pai de João teria pago uma grande quantia. Sob a batuta de Cosmas, que também ensinava para o amigo órfão de João (que ficaria conhecido como Cosme de Maiuma), acredita-se que João tenha feito grandes avanços em música, astronomia e teologia, logo rivalizando Pitágoras em aritmética e Euclides em geometria

Defesa dos Ícones


Iluminura mostrando o patriarca João VII Gramático destruindo um ícone.
Detalhe do Saltério de Chludov.
No início do século VIII, o iconoclasma, um movimento que buscava proibir a veneração de ícones, ganhou força no Império Bizantino. Em 726, apesar dos protestos do patriarca Germano I de Constantinopla, o imperador Leão III, o Isáurio (r. 717–741) emitiu seu primeiro édito contra a veneração de imagens e sua exibição em lugares públicos. Um escritor talentoso - e protegido por estar em território do califa - João Damasceno iniciou uma vigorosa defesa das imagens sagradas em três publicações separadas. A mais antiga, chamada "Tratados Apologéticos contra a Condenação das Imagens Sagradas", assegurou a sua reputação. Talvanes II rei de Ele não somente atacou o imperador, mas adotou um estilo simples que permitiu que a controvérsia fosse acompanhada pelo povo mais simples, estimulando a rebelião entre os fiéis. Posteriormente, suas obras também teriam um papel importante durante o Segundo Concílio de Niceia (787), que se reuniu justamente para tratar do assunto.
A biografia de João Damasceno reconta pelo menos um episódio considerado como improvável ou lendário. Ela relata que Leão III enviou documentos falsificados para o califa que implicavam João numa conspiração para atacar Damasco. O califa teria então ordenado que a mão direita de João fosse amputada e pendurada em lugar público. Alguns dias depois, João pediu a restituição de sua mão e rezou fervorosamente pela intervenção da Theotokos (Virgem Maria) perante seu ícone. Logo em seguida, sua mão teria sido milagrosamente curada. Em agradecimento pela cura milagrosa, ele anexou uma mão de prata ao ícone, que passou a ser conhecido a partir daí como "Três mãos" ou "Tricheirousa". A biografia continua afirmando que, depois deste evento, João pediu permissão para deixar seu posto e se retirou para o mosteiro de Mar Saba. Um editor de suas obras, o padre Michel Le Quien, demonstrou, porém, que João de Damasco já era monge em Mar Saba antes da disputa iconoclasta, um fato que só torna a história ainda mais improvável. Já se argumentou que João havia deixado Damasco para se tornar monge em 706, quando al-Walid I (r. 705–715) tornou mais agressiva a islamização entre os servidores do califado. Fontes muçulmanas mencionam apenas que Sarjun, pai de João, teria deixado a administração nesta época, sem mencionar João.

Anos Finais e Devoção

João morreu em 749 e foi logo reconhecido como santo. Em 1883 ele foi declarado Doutor da Igreja pela Santa Sé. Quando o nome de São João Damasceno foi inserido no Calendário Geral Romano, em 1890, ele era festejado em 27 de março. Esta data sempre cai na Quaresma, um período no qual não se comemoram os memórias obrigatoriamente. Em 1969, ela foi mudada para o dia da morte do santo, 4 de dezembro, dia no qual ela é celebrada também na Igreja Ortodoxa e pelos luteranos.

Lista de Obras

Além de suas obras puramente textuais, muitas das quais estão listadas abaixo, João Damasceno também compôs hinos, aperfeiçoando o "canon", um hino de forma estruturada utilizado na Igreja Ortodoxa.

Primeiras obras


São João Damasceno.
  • Os três "Tratatos Apologéticos contra a Condenação das Imagens Sagradas" - estes tratados estão entre as suas primeiras obras em resposta ao édito do imperador bizantino Leão III, o Isáurio (r. 717–741) contra a veneração e exibição das imagens sagradas.

Ensinamentos e Obras Dogmáticas 

  • "Fonte de Conhecimento" ou "Fonte da Sabedoria", dividida em três partes:
    1. Capítulos filosóficos (Kephálaia philosophiká) – Geralmente chamados de "Dialética", lida principalmente com lógica, sendo o seu principal objetivo preparar o leitor para melhor entender o resto do livro.
    2. Sobre a Heresia (Perì hairéseōn) – O último capítulo desta parte (cap. 101) lida com a heresia dos ismaelitas. Ao contrário das seções anteriores, devotadas a combater outras heresias, dispostas em poucas linhas de forma sucinta, este capítulo cobre várias páginas. É um dos primeiros exemplos de escritos polêmicos contra o Islã e o primeiro escrito por um membro da ortodoxia bizantina.
    3. Uma Composição Exata da Fé Ortodoxa (Ékdosis akribès tēs Orthodóxou Písteōs) – Um sumário do escritos dogmáticos dos primeiros Padres da Igreja. Esta foi a primeira obra do escolasticismo no cristianismo oriental e foi uma importante influência no pensamento escolástico posterior.
  • Contra os Jacobitas
  • Contra os Nestorianos
  • Diálogo contra os Maniqueístas
  • Introdução Elementar nos Dogmas
  • Carta sobre o Hino Três Vezes Sagrado
  • Sobre o Pensamento Correto
  • Sobre a Fé, contra os Nestorianos
  • Sobre as Duas Vontades em Cristo (Contra os Monotelitas)
  • Paralelos SagradosSacred Parallels (de atribuição dúbia)
  • Sobre Dragões e Fantasmas





                         Série Reformadores     

























Nenhum comentário:

Postar um comentário

💪 Nós aprendemos com Jesus que a verdadeira masculinidade não é simplesmente manter nossos narizes limpos e nossa casa em ordem. A verdadeira masculinidade significa enxergar além de nós mesmos para amar nosso próximo – e nosso próximo é qualquer um que encontramos em necessidade. O homem de verdade livremente doa seu tempo, recursos, atenção, energia e apoio emocional para aqueles que precisam, sem se preocupar em como eles podem retribuir. Seja você casado ou solteiro, se você não está servindo ao seu próximo abnegadamente e sacrificialmente, você não está exercendo completamente a masculinidade bíblica.

Phillip Holmes



Postagens populares

.

DOUTOR DA IGREJA GREGA - MAIOR PREGADOR DA IGREJA PRIMITIVA - MESTRE DA RETÓRICA, DA HOMILÉTICA!

DOUTOR DA IGREJA GREGA - MAIOR PREGADOR DA IGREJA PRIMITIVA - MESTRE DA RETÓRICA, DA HOMILÉTICA!
Você deseja honrar o corpo de Cristo? Não o ignore quando ele está nu. Não o homenageie no templo vestido com seda quando o negligencia do lado de fora, onde ele está malvestido e passando frio. Ele que disse "Este é o meu corpo" é o mesmo que diz "Tu me vistes faminto e não me destes comida" e «quantas vezes o fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes» (Mateus 25:40)... Que importa se a mesa eucarística está lotada de cálices de ouro quando seu irmão está morrendo de fome? Comeces satisfazendo a fome dele e, depois, com o que sobrar, poderás adornar também o altar.

João Crisóstomo, Comentário sobre Mateus

♛ Uma das características mais recorrentes das homilias de João Crisóstomo (347-407) é sua ênfase no cuidado com os necessitados. Ecoando temas do Evangelho de Mateus, ele exorta os ricos a abandonarem o materialismo para ajudar os pobres, empregando todas as suas habilidades retóricas para envergonhar os ricos e obrigá-los a abandonar o consumismo mais conspícuo:


“Honras de tal forma teus excrementos a ponto de recebê-los em vasilhas de prata quando outro homem criado à imagem de Deus está morrendo de frio?”


— João Crisóstomo


-

OREM PELOS CRISTÃOS

OREM PELOS CRISTÃOS