"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17



terça-feira, 3 de julho de 2012

*Falsa Identidade / Livro de Peter Jones

QUEM É O VERDADEIRO JESUS


Ele é Jesus gnóstico, místico e iluminado, um sábio misterioso cujos ensinos estão além da história humana? Ou ele é o Jesus bíblico, humano e divino, um salvador que pode ainda hoje ser conhecido pessoalmente? Os gnósticos afirmam que a igreja cristã roubou a verdadeira identidade de Jesus, conspirando para tornar um simples homem em um deus; enquanto os cristãos argumentam que os gnósticos têm tentado reinventar Jesus como um profeta pagão, negando sua divindade. 


Temos como saber qual dessas visões radicais é verdadeira? Em Falsa identidade, o Dr. Peter Jones, de modo completo e acessível, investiga os argumentos gnóstico e bíblico, comparando o entendimento que cada Jesus teria de Deus, de sua divindade, sua espiritualidade, sua visão da sexualidade e seu propósito de ser no mundo.


O Dr. Jones provê objetivamente perspectivas completas de ambos os pontos de vista. Desse modo você terá a evidência de que precisa para decidir por si mesmo qual é a verdadeira identidade de Jesus.


 Na terra, os discípulos de Jesus realizaram boas obras para a glória do Pai que está nos céus. Aquilo que Jesus exigia de seus discípulos ele o praticava: "De modo que o povo se maravilhou ao ver que os mudos falavam, os aleijados recobravam saúde, os coxos andavam e os cegos viam. Então, glorificavam ao Deus de Israel". A terra ou a natureza não são cultuadas como divinas, mas servem para glorificar o seu Criador. A terra é o lugar dado por Deus, onde devemos servi-lo. Tentar encontrar na natureza tudo de que precisamos é uma tentação sempre presente. Essa, diz Jesus, é a grande luta espiritual. "Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas".


   Quais são esses dois senhores? Jesus deu a resposta: Deus e as riquezas (ou as coisas terrenas, de acordo com a versão King James). Desse modo, Jesus respondeu ao tentador usando uma afirmação indubitável do Antigo Testamento: "Ao Senhor, teu Deus, adorarás, e só a ele darás culto".


   Paulo, um dos apóstolos designados pelo Jesus ressurreto, menciona apenas duas maneiras de ser religioso. Ambas envolvem cultuar e servir. Paulo percebeu a luta espiritual e a definiu de maneira semelhante àquela usada por Jesus. Escrevendo à igreja do século 1° na Roma pagã, Paulo descreve a condição humana de rebelião contra Deus, o Criador, nos seguintes termos:


   "Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre". Consideremos as várias semelhanças:


 . A expressão de Paulo "coisas criadas" lembra a expressão de Jesus "riquezas" ou "coisas terrenas".
 . O "Criador, que é bendito para sempre" em Paulo, relembra a afirmação de Jesus "Deus".
 . A expressão de Paulo, "a verdade... pela mentira", nos remete imediatamente ao ensino de Jesus sobre "luz e trevas", e, no capítulo seguinte, às suas palavras sobre o "caminho espaçoso e a porta estreita".
 . As palavras de Paulo "adoraram e serviram" relembram a afirmação de Jesus: "Ao Senhor teu Deus adorarás e só a ele darás culto".


     Em outras palavras, tanto Jesus quanto Paulo associam certo tipo de culto e serviço a determinado conceito de Deus. De fato, ambos identificaram apenas dois. Um tipo de culto ou espiritualidade é falso e conduz à destruição. O outro é verdadeiro e conduz á vida.


 Dr. Peter Jones (MDiv pelo Gordon-Conwell Theological Seminary, ThM pela Harvard Divinity School, e PhD pelo Princeton Theological Seminary) é professor de Novo Testamento no Westminster Seminary, em Escondido, Califórnia, e também é autor de vários livros.


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