"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17


segunda-feira, 25 de maio de 2015

* Comentário Bíblico de Romanos / Livro de Bob Utley


SINOPSE: “Interpretação bíblica é um processo racional e espiritual que tenta entender um antigo escritor inspirado de tal forma que a mensagem de Deus possa ser entendida e aplicada em nossos dias.

O processo espiritual é crucial, mas difícil de definir. Ele de fato envolve rendição e abertura para Deus. Tem que haver fome (1) por Ele, (2) por conhecê-Lo e (3) para servi-Lo. É um processo que envolve oração, confissão e disposição para mudar o jeito de viver. O Espírito é crucial no processo interpretativo, mas o motivo pelo qual cristãos sinceros e bondosos entendem a Bíblia diferentemente é um mistério.

O processo racional é mais fácil de descrever. Temos que ser consistentes e estar abertos ao texto, sem nos deixarmos influenciar por nossas preferências pessoais ou denominacionais. Todos somos condicionados por nossa história. Ninguém de nós é um intérprete completamente objetivo e neutro. Este comentário oferece um cuidadoso processo racional, contendo três princípios interpretativos estruturados para nos ajudar a superar nossas tendências.”





* Desafios de Uma Ortodoxia Integral / Guilherme de Carvalho - Movimento Mosaico



Guilherme de Carvalho é casado com Alessandra e pai de duas mocinhas: Ana Elisa e Helena. Seu chamado é o ensino sobre a unidade de Criação e Evangelho, e o escopo universal do Senhorio de Cristo, e tem interesse especial por filosofia da religião, teologia natural e teologia da cultura. É formado pela Escola Superior de Teologia do Mackenzie, mestre em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo, e mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo. Foi professor de teologia por vários anos, e atualmente é pastor da Igreja Esperança em Belo Horizonte e diretor de L’Abri Fellowship Brasil.


sexta-feira, 15 de maio de 2015

* Quatro Ondas de Mudanças em Missões / John Piper



Se a luz de sua vela pode brilhar até milhares de quilômetros, ela está queimando com bastante intensidade no seu próprio lar. Que tipo de cristãos queremos que nossas igrejas produzam? Considere: cristãos indiferentes, que gastam maior parte de seu tempo livre em entretenimento mundano, raramente oram, choram ou trabalham para alcançar os povos que perecem. Não os afague. Confronte-os. Exorte-os a ter uma vida. Assistir a filmes todas as noites os deixa espiritualmente sem poder e vazios. Eles precisam de uma causa muito nobre pela qual podem viver. E pela qual podem morrer. 





Se Deus se agradar em responder nossas orações em favor de missões, elas podem se tornar quatro ondas que vêm sobre milhares de pessoas e igrejas. Estas são as ondas pelas quais estou orando:
Onda 1: colocar a evangelização mundial nas paixões de uma nova geração.
“Missional” é a palavra de nossos dias. Contudo, a obra de missões não é realizada sempre no mundo. Fazer missões significa transpor uma barreira étnica e linguística (que pode exigir 20 anos), a fim de implantar o evangelho em um povo que não tem acesso ao evangelho. O obra de missões elabora estratégias para alcançar não somente pessoas não-alcançadas, mas também povos não-alcançados. “Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos” (Sl 67.3). A Onda 1 se tornaria o DNA de “missional”.
Onda 2: entretecer de novo o horror do inferno em nossa compaixão.
Eu oro para que o slogan de missões mundiais seja: nós nos preocupamos com todo sofrimento, especialmente o sofrimento eterno. Todas estas palavras são importantes: sofrimento, eterno, especialmente, todo, preocupamos, nós. Cada uma delas denota carga. A Onda 2 resultaria em que essa carga seria carregada em milhares de trens evangélicos direcionados à vizinhança e às nações.
Onda 3: destruir percepções erradas sobre o que é necessário em missões.
Espero que nosso pensamento sobre a evangelização dos povos destrua a noção de que missões podem ficar em nossa pátria agora, porque todas as nações têm vindo até nós. A região em que eu moro está sendo atualmente referida pela City Vision como “a mais etnicamente diversa e única da América, onde se fala mais de 100 línguas”. Isso muda bastante a maneira como fazemos missões. Mas uma coisa que isso não muda é o fato de que o Joshua Project cataloga não algumas centenas, e sim 6.933 povos que, globalmente, não têm uma presença auto-sustentável do evangelho. Outro conceito errado que eu gostaria de ver destruído é o de que os ocidentais devem apenas mandar dinheiro, em vez de irem como missionários. Minha paráfrase: que outros dêem o seu sangue. Nós damos o nosso dinheiro. Falando de maneira realista, a maioria dos povos não-alcançados não tem melhor acesso ao nosso dinheiro do que nós o temos. “Não-alcançado”, em seu sentido pleno, significa: não há nenhum missionário no povo para o qual você poderia enviar dinheiro, se quisesse fazer isso. Portanto, a Onda 3 resultaria em fazer tudo: missões aos povos não-alcançados que vivem entre nós, apoiar missões de outras igrejas que enviam e, em especial, mobilizar sua própria igreja para alcançar os milhares de povos que não têm acesso ao evangelho.
Onda 4: convencer os pastores de que uma paixão pela glória mundial de Deus é boa para os crentes de nosso país.
Se a luz de sua vela pode brilhar até milhares de quilômetros, ela está queimando com bastante intensidade no seu próprio lar. Que tipo de cristãos queremos que nossas igrejas produzam? Considere: cristãos indiferentes, que gastam maior parte de seu tempo livre em entretenimento mundano, raramente oram, choram ou trabalham para alcançar os povos que perecem. Não os afague. Confronte-os. Exorte-os a ter uma vida. Assistir a filmes todas as noites os deixa espiritualmente sem poder e vazios. Eles precisam de uma causa muito nobre pela qual podem viver. E pela qual podem morrer.
A Onda 4 faria de missões mundiais o ponto de ebulição para muitos crentes despertados.





quinta-feira, 14 de maio de 2015

* O Consolo de Deus na Hora do Luto / Hernandes Dias Lopes


De todas as dores da vida, a dor do luto parece ser a mais aguda. É uma dor que lateja na alma e assola nossa vida. Todos nós, num dado momento da vida, teremos que enfrentar essa dor. Não existe nenhuma família que escape desse drama. Não é fácil ser privado do convívio de alguém que amamos. Não é fácil enterrar um ente querido ou um amigo do peito. Não é fácil lidar com o luto. Já passei várias vezes por esse vale de dor e sombras. Já perdi meus pais, três irmãos e sobrinhos. Sofri amargamente. Passei noites sem dormir e madrugas insones. Molhei meu travesseiro e solucei na solidão do meu quarto. A dor do luto dói na alma, aperta o peito, esmaga o coração e arranca lágrimas dos nossos olhos. Jesus chorou no túmulo de Lázaro e os servos de Deus pranteavam seus mortos. Porém, há consolo para os que choram. Aqueles que estão em Cristo têm uma viva esperança, pois sabem que Jesus já venceu a morte. Ele matou a morte e arrancou seu aguilhão. Agora a morte não tem mais a última palavra. Jesus é a ressurreição e a vida. Aqueles que nele creem nunca morrerão eternamente. Agora, choramos a dor da saudade, mas não o sentimento da perda. Perdemos quem que não sabemos onde está. Quando enterramos nossos mortos, sabemos onde eles estão. Eles estão no céu com Jesus. Para os filhos de Deus, que nasceram de novo, morrer é deixar o corpo e habitar com o Senhor. É partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Os que morrem no Senhor são bem-aventurados!
O fato de termos esperança não significa que deixamos de sofrer. A vida não é indolor. Nossa caminhada neste mundo é marcada por dissabores, decepções, fraquezas, angústias, sofrimento e morte. Aqui cruzamos desertos tórridos, descemos a vales profundos, atravessamos pântanos perigosos. Nossos pés são feridos, nosso coração afligido e nossa alma geme de dor. Não estamos, porém, caminhando rumo a um entardecer cheio de incertezas. O fim da nossa jornada não é um túmulo gelado, mas a bem-aventurança eterna. Entraremos na cidade celestial com vestes alvas e com palmas em nossas mãos. Celebraremos um cântico de vitória e daremos glória pelos séculos sem fim, ao Cordeiro de Deus, que morreu por nós, ressuscitou, retornou ao céu e voltará em glória para buscar sua igreja. Teremos um corpo imortal, incorruptível, poderoso, glorioso e celestial, semelhante ao corpo da glória de Cristo. Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. As lembranças do sofrimento ficarão para trás. Na Nova Jerusalém, na Cidade Santa, no Paraíso de Deus, na Casa do Pai, não haverá mais luto nem pranto nem dor. Ali reinaremos com Cristo e desfrutaremos das venturas benditas que ele preparou para nós. Nossa tribulação aqui, por mais severa, será apenas leve e momentânea, se comparada com as glórias por vir a serem reveladas em nós. O nosso choro pode durar uma noite inteira, mas a alegria virá pela manhã!
Três verdades essenciais do Cristianismo formam as colunas de sustentação da nossa viva esperança. 

A primeira delas é que Jesus ressuscitou dentre os mortos e triunfou sobre a morte. Agora, a morte não tem mais a última palavra. A morte foi tragada pela vitória! 
A segunda verdade é que Jesus voltou ao céu e enviou o Espírito Santo, o Consolador, para estar para sempre conosco. Não estamos órfãos. Não caminhamos sozinhos pelos vales escuros da vida. O Espírito Santo consolador está em nós e intercede por nós ao Deus que está sobre nós. 
A terceira verdade é que Jesus vai voltar gloriosamente para buscar sua igreja. Naquele glorioso dia, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro e os que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor Jesus nos ares, e assim, estaremos para sempre com o Senhor. Essas verdades enchem o nosso peito de doçura e abrem para nós uma eterna fonte de consolação!


terça-feira, 12 de maio de 2015

* Precisamos de Músicos com Criatividade, Cristãos Originais, Bons de Bíblia e de Música / Augustus N. Lopes


Faz mais de 30 anos que os "ministérios de louvor" repetem mais do mesmo nas igrejas: estilo banda de rock, solos de guitarra, olhos virados para o céu, gemidos e emoções forçados, letras superficiais, som nas alturas, baterista batendo para quebrar, mocinhas gingando com microfone na mão... já está na hora de superarmos este modelo e achar alguma outra forma de adoração que se adeque mais à busca crescente dos jovens por uma pregação mais bíblica, por uma doutrina mais séria e por um culto mais voltado para Deus. 

 Precisamos de criatividade, músicos cristãos originais que sejam bons de Bíblia e de música, para vencermos este círculo vicioso.







segunda-feira, 11 de maio de 2015

* A Inversão do Ide Pelo Vinde / Robson M. Corrêa



MATEUS 11:28 - "Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei".

MARCOS 16:15 - "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura."

Claramente a igreja trocou o IDE pelo VINDE. Entretanto, algo deve ficar nítido e patente aos nossos olhos e sentidos. Isso tentarei explicar com mais detalhes abaixo:

O CONVITE - VINDE

Em apocalipse 3:20 Jesus diz: "Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo". Bem como no texto de Mateus 11; claramente percebemos o convite feito pelo Salvador. 

Esse convite é feito para o PECADOR e não para a "igreja". O alívio prometido aqui, é o alívio da dor e do peso que o pecado trás ao ser humano. Refere-se àquela busca incessante pela calma no nosso interior. JESUS, promete, pelo convite feito em, retirar, levar para longe, sumir, expulsar de nós, até mesmo, destruir essa dor que tanto nos ataca e nos oprime, com a expressão clara: " E EU VOS ALIVIAREI".

A ORDEM - IDE

O segundo texto relacionado aqui, refere-se a uma ordem expressa para que a Igreja vá e pregue o evangelho (Boas novas ou boa notícia). O texto, trás uma ideia de movimento; sair do lugar que originalmente nos encontramos e, ir ao encontro desse pecador que precisa de descanso e alívio. A origem da palavra Igreja, vem do grego "EKKLESIA" - onde EK = fora e KLESIA = chamado, ou seja, Chamados para fora.

ENTÃO, EIS AQUI O PROBLEMA:

Em média, temos em nossas igrejas 5 reuniões por semana, das quais, poucas ou quase nenhuma é para confrontar o homem à luz da Palavra de Deus, ou mesmo, para evangelizar; pregando sobre o arrependimento. Isso, sem falar nos dias e horas que gastamos para ensaiarmos as peças, teatros, coreografias, danças, instrumental, vocal, louvor, música especial, organização de eventos, congressos, acampamentos e etc, etc e etc...

E aqui, não considero, família, trabalho, estudo, saúde, lazer e nem outra coisa que não esteja relacionado às atividades da igreja.

Então, qual tempo nos resta para cumprir o IDE?

Pra que cumprir o IDE, se nas igrejas temos tantas coisas boas?

Já que é tão bom, é claro que o pecador virá até nós para ouvir o VINDE. Não é?

A igreja hoje tomou de DEUS sua voz para dizer VINDE:

VINDE a mim que vos aliviarei a consciência, sem confrontar seu pecado. VINDE a mim, porque tenho uma palavra que trará descanso ao seu estado caído, dando-lhe o conforto que precisa. VINDE a mim, pois tenho programações para lhe entreter e lhe divertir, afim de tirar você desse mundo corrido e cheio de estresse.

Por acaso, somos DEUS?

Então porque tomamos seu convite para nós e dizemos, VINDE?

Isso claramente não está funcionando, pois, nossas igrejas estão lotadas de pessoas. Há cultos onde as pessoas ficam do lado de fora, ou mesmo em pé dentro da igreja, por falta de lugar para sentarem-se. No entanto, a criminalidade, a prostituição, os drogados, os homens achando que são bons mesmos e portanto merecedores de algo vindo de Deus, a mentira, o engano, as falcatruas, os golpes e tantas coisas ruins... estão somente aumentando, conforme estatísticas e jornais diários.

Cumpramos o IDE e, com certeza, aquilo que Paulo diz em Romanos 1:16, que o evangelho é o PODER de DEUS para Salvação... Será uma realidade para a vida de muitos.

VAMOS COLOCAR AS COISAS NOS DEVIDOS LUGARES:

IDE - É uma ordem expressa para a Igreja.

VINDE - É um convite com todo amor e carinho que Deus faz para o pecador.

 Robson Martins Correa


quinta-feira, 7 de maio de 2015

* Você Não Precisa de Um Chamado Missionário / Yago Martins


Olhem aí cristãos, uma boa indicação de livro, um bom e visionário autor.

Homens e mulheres das mais variadas idades e igrejas sofrem com um problema muito parecido, a saber, a incerteza quanto ao chamado de Deus. Muitos ficam desesperados, esperando um sinal do céu que lhes diga em que dedicar suas vidas.

Nesse lançamento da BTBooks, Yago Martins, que há anos pesquisa Mateus 28.18-19, desconstrói muitos conceitos errados acerca da vocação do povo de Deus e nos brinda com o livro Você não precisa de um chamado missionário!


“Faz tempo que não leio textos que integram tão bem os mais recentes acontecimentos em nossa pátria com princípios práticos das Escrituras, tendo como alvo o despertamento para a obra de anunciar o Evangelho ao mundo. Yago Martins combina o que é preciso para isto: escritor exímio, conectado com as mídias sociais e portador de sólido conhecimento bíblico-doutrinário, ele consegue cativar o leitor desde a primeira linha e convencê-lo de que a mensagem que ele deseja passar neste livro merece ser ouvida.” 
Augustus Nicodemus Lopes, Ph.D. (Vice-presidente da Igreja Presbiteriana do Brasil, pastor da Igreja Presbiteriana de Goiânia).


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