"AO CONTRÁRIO DE MUITOS, NÃO NEGOCIAMOS A PALAVRA DE DEUS VISANDO A ALGUM LUCRO; ANTES, EM CRISTO FALAMOS DIANTE DE DEUS COM SINCERIDADE, COMO HOMENS ENVIADOS POR DEUS". 2 Coríntios 2. 17



sábado, 6 de junho de 2015

* Convulsão Protestante / Livro de Antônio Carlos Costa - Lançamento

Muitos dos que acompanham as criativas e contundentes manifestações contra a violência e a desigualdade social e em favor dos direitos humanos, em especial na cidade do Rio de Janeiro, cuja eloquência e impacto alcançam a mídia em todo o planeta, não fazem ideia de que, por trás desse movimento, está um pastor cujo ministério sofreu uma guinada espetacular.

Em 
Convulsão protestante, Antônio Carlos Costa relata por que decidiu dar uma reviravolta em sua carreira ministerial e lançar-se na desconhecida e imprevisível jornada em favor da massa empobrecida deste país.

Engana-se quem espera do autor um texto panfletário, de pena viciada pelos usos e abusos da retórica marxista. Antônio é um pensador e articulador atento ao texto bíblico que, em dado momento, foi confrontado por Deus a agir.

Convulsão protestante ajudará o leitor a compreender por que o crescimento acelerado do cristianismo em nosso país não resultou em uma sociedade mais justa e digna para todos.




segunda-feira, 1 de junho de 2015

* Domingo da Igreja Perseguida (DIP)


O que é o DIP?

Domingo da Igreja Perseguida: cristãos brasileiros servindo cristãos perseguidos
Conscientizar a Igreja brasileira da perseguição aos cristãos é uma maneira de servir nossos irmãos e também de edificar os brasileiros em seu relacionamento pessoal com Deus

Uma celebração única, com milhares de pessoas estendendo-se do norte ao sul do Brasil em torno de um único propósito: servir cristãos perseguidos. Esse é objetivo do Domingo da Igreja Perseguida (DIP), realizado no Brasil desde 1988. 

Em pleno século 21, cerca de 100 milhões de cristãos enfrentam hostilidade e perseguição pelo simples fato de seguir a Cristo. Essa intolerância vem de várias fontes: governo, sociedade e até mesmo da família. Por causa de sua fé, esses irmãos enfrentam desde desemprego, exclusão da sociedade, expulsão do círculo familiar a interrogatórios, aprisionamentos, torturas e até mesmo a morte.

O evento, idealizado pelo Irmão André (fundador da Portas Abertas) em 1987, relembra a “fundação” da Igreja Perseguida: Atos 4 marca o início da perseguição aos cristãos logo após a descida do Espírito Santo (domingo de Pentecostes), com a prisão de Pedro e João.

Em 2014, em sua 26ª edição, 5.667 igrejas em todo o Brasil dedicaram o domingo 25 de maio para apresentar a causa da Igreja Perseguida e apoiá-la por meio de orações e ofertas. Além disso, o DIP também foi realizado nas igrejas em mais de onze países: Bolívia, Chile, Estados Unidos, Guiné Bissau, Uganda, Cabo Verde, Peru, Portugal, França, Alemanha e Japão.

Envolva-se! No domingo, 31 de maio de 2015, aproveite a liberdade que temos como Igreja brasileira e utilize-a no serviço aos nossos irmãos perseguidos. 


A Nigéria é o país mais populoso do continente africano e está entre os quatro Estados da África que mais oprimem os cristãos. Damaris é uma viúva que, no momento mais difícil de sua vida, depositou sua confiança e perseverança no Senhor. A história dela é semelhante a de centenas de cristãs nigerianas: por causa de sua fé, elas perdem seus maridos e precisam conviver com a dor da separação e do luto. Nós podemos confortá-las com a nossa oração. 


segunda-feira, 25 de maio de 2015

* Comentário Bíblico de Romanos / Livro de Bob Utley


SINOPSE: “Interpretação bíblica é um processo racional e espiritual que tenta entender um antigo escritor inspirado de tal forma que a mensagem de Deus possa ser entendida e aplicada em nossos dias.

O processo espiritual é crucial, mas difícil de definir. Ele de fato envolve rendição e abertura para Deus. Tem que haver fome (1) por Ele, (2) por conhecê-Lo e (3) para servi-Lo. É um processo que envolve oração, confissão e disposição para mudar o jeito de viver. O Espírito é crucial no processo interpretativo, mas o motivo pelo qual cristãos sinceros e bondosos entendem a Bíblia diferentemente é um mistério.

O processo racional é mais fácil de descrever. Temos que ser consistentes e estar abertos ao texto, sem nos deixarmos influenciar por nossas preferências pessoais ou denominacionais. Todos somos condicionados por nossa história. Ninguém de nós é um intérprete completamente objetivo e neutro. Este comentário oferece um cuidadoso processo racional, contendo três princípios interpretativos estruturados para nos ajudar a superar nossas tendências.”





* Desafios de Uma Ortodoxia Integral / Guilherme de Carvalho - Movimento Mosaico



Guilherme de Carvalho é casado com Alessandra e pai de duas mocinhas: Ana Elisa e Helena. Seu chamado é o ensino sobre a unidade de Criação e Evangelho, e o escopo universal do Senhorio de Cristo, e tem interesse especial por filosofia da religião, teologia natural e teologia da cultura. É formado pela Escola Superior de Teologia do Mackenzie, mestre em Teologia pela Faculdade Teológica Batista de São Paulo, e mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo. Foi professor de teologia por vários anos, e atualmente é pastor da Igreja Esperança em Belo Horizonte e diretor de L’Abri Fellowship Brasil.


sexta-feira, 15 de maio de 2015

* Quatro Ondas de Mudanças em Missões / John Piper



Se a luz de sua vela pode brilhar até milhares de quilômetros, ela está queimando com bastante intensidade no seu próprio lar. Que tipo de cristãos queremos que nossas igrejas produzam? Considere: cristãos indiferentes, que gastam maior parte de seu tempo livre em entretenimento mundano, raramente oram, choram ou trabalham para alcançar os povos que perecem. Não os afague. Confronte-os. Exorte-os a ter uma vida. Assistir a filmes todas as noites os deixa espiritualmente sem poder e vazios. Eles precisam de uma causa muito nobre pela qual podem viver. E pela qual podem morrer. 





Se Deus se agradar em responder nossas orações em favor de missões, elas podem se tornar quatro ondas que vêm sobre milhares de pessoas e igrejas. Estas são as ondas pelas quais estou orando:
Onda 1: colocar a evangelização mundial nas paixões de uma nova geração.
“Missional” é a palavra de nossos dias. Contudo, a obra de missões não é realizada sempre no mundo. Fazer missões significa transpor uma barreira étnica e linguística (que pode exigir 20 anos), a fim de implantar o evangelho em um povo que não tem acesso ao evangelho. O obra de missões elabora estratégias para alcançar não somente pessoas não-alcançadas, mas também povos não-alcançados. “Louvem-te os povos, ó Deus; louvem-te os povos todos” (Sl 67.3). A Onda 1 se tornaria o DNA de “missional”.
Onda 2: entretecer de novo o horror do inferno em nossa compaixão.
Eu oro para que o slogan de missões mundiais seja: nós nos preocupamos com todo sofrimento, especialmente o sofrimento eterno. Todas estas palavras são importantes: sofrimento, eterno, especialmente, todo, preocupamos, nós. Cada uma delas denota carga. A Onda 2 resultaria em que essa carga seria carregada em milhares de trens evangélicos direcionados à vizinhança e às nações.
Onda 3: destruir percepções erradas sobre o que é necessário em missões.
Espero que nosso pensamento sobre a evangelização dos povos destrua a noção de que missões podem ficar em nossa pátria agora, porque todas as nações têm vindo até nós. A região em que eu moro está sendo atualmente referida pela City Vision como “a mais etnicamente diversa e única da América, onde se fala mais de 100 línguas”. Isso muda bastante a maneira como fazemos missões. Mas uma coisa que isso não muda é o fato de que o Joshua Project cataloga não algumas centenas, e sim 6.933 povos que, globalmente, não têm uma presença auto-sustentável do evangelho. Outro conceito errado que eu gostaria de ver destruído é o de que os ocidentais devem apenas mandar dinheiro, em vez de irem como missionários. Minha paráfrase: que outros dêem o seu sangue. Nós damos o nosso dinheiro. Falando de maneira realista, a maioria dos povos não-alcançados não tem melhor acesso ao nosso dinheiro do que nós o temos. “Não-alcançado”, em seu sentido pleno, significa: não há nenhum missionário no povo para o qual você poderia enviar dinheiro, se quisesse fazer isso. Portanto, a Onda 3 resultaria em fazer tudo: missões aos povos não-alcançados que vivem entre nós, apoiar missões de outras igrejas que enviam e, em especial, mobilizar sua própria igreja para alcançar os milhares de povos que não têm acesso ao evangelho.
Onda 4: convencer os pastores de que uma paixão pela glória mundial de Deus é boa para os crentes de nosso país.
Se a luz de sua vela pode brilhar até milhares de quilômetros, ela está queimando com bastante intensidade no seu próprio lar. Que tipo de cristãos queremos que nossas igrejas produzam? Considere: cristãos indiferentes, que gastam maior parte de seu tempo livre em entretenimento mundano, raramente oram, choram ou trabalham para alcançar os povos que perecem. Não os afague. Confronte-os. Exorte-os a ter uma vida. Assistir a filmes todas as noites os deixa espiritualmente sem poder e vazios. Eles precisam de uma causa muito nobre pela qual podem viver. E pela qual podem morrer.
A Onda 4 faria de missões mundiais o ponto de ebulição para muitos crentes despertados.





quinta-feira, 14 de maio de 2015

* O Consolo de Deus na Hora do Luto / Hernandes Dias Lopes


De todas as dores da vida, a dor do luto parece ser a mais aguda. É uma dor que lateja na alma e assola nossa vida. Todos nós, num dado momento da vida, teremos que enfrentar essa dor. Não existe nenhuma família que escape desse drama. Não é fácil ser privado do convívio de alguém que amamos. Não é fácil enterrar um ente querido ou um amigo do peito. Não é fácil lidar com o luto. Já passei várias vezes por esse vale de dor e sombras. Já perdi meus pais, três irmãos e sobrinhos. Sofri amargamente. Passei noites sem dormir e madrugas insones. Molhei meu travesseiro e solucei na solidão do meu quarto. A dor do luto dói na alma, aperta o peito, esmaga o coração e arranca lágrimas dos nossos olhos. Jesus chorou no túmulo de Lázaro e os servos de Deus pranteavam seus mortos. Porém, há consolo para os que choram. Aqueles que estão em Cristo têm uma viva esperança, pois sabem que Jesus já venceu a morte. Ele matou a morte e arrancou seu aguilhão. Agora a morte não tem mais a última palavra. Jesus é a ressurreição e a vida. Aqueles que nele creem nunca morrerão eternamente. Agora, choramos a dor da saudade, mas não o sentimento da perda. Perdemos quem que não sabemos onde está. Quando enterramos nossos mortos, sabemos onde eles estão. Eles estão no céu com Jesus. Para os filhos de Deus, que nasceram de novo, morrer é deixar o corpo e habitar com o Senhor. É partir para estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor. Os que morrem no Senhor são bem-aventurados!
O fato de termos esperança não significa que deixamos de sofrer. A vida não é indolor. Nossa caminhada neste mundo é marcada por dissabores, decepções, fraquezas, angústias, sofrimento e morte. Aqui cruzamos desertos tórridos, descemos a vales profundos, atravessamos pântanos perigosos. Nossos pés são feridos, nosso coração afligido e nossa alma geme de dor. Não estamos, porém, caminhando rumo a um entardecer cheio de incertezas. O fim da nossa jornada não é um túmulo gelado, mas a bem-aventurança eterna. Entraremos na cidade celestial com vestes alvas e com palmas em nossas mãos. Celebraremos um cântico de vitória e daremos glória pelos séculos sem fim, ao Cordeiro de Deus, que morreu por nós, ressuscitou, retornou ao céu e voltará em glória para buscar sua igreja. Teremos um corpo imortal, incorruptível, poderoso, glorioso e celestial, semelhante ao corpo da glória de Cristo. Deus enxugará dos nossos olhos toda a lágrima. As lembranças do sofrimento ficarão para trás. Na Nova Jerusalém, na Cidade Santa, no Paraíso de Deus, na Casa do Pai, não haverá mais luto nem pranto nem dor. Ali reinaremos com Cristo e desfrutaremos das venturas benditas que ele preparou para nós. Nossa tribulação aqui, por mais severa, será apenas leve e momentânea, se comparada com as glórias por vir a serem reveladas em nós. O nosso choro pode durar uma noite inteira, mas a alegria virá pela manhã!
Três verdades essenciais do Cristianismo formam as colunas de sustentação da nossa viva esperança. 

A primeira delas é que Jesus ressuscitou dentre os mortos e triunfou sobre a morte. Agora, a morte não tem mais a última palavra. A morte foi tragada pela vitória! 
A segunda verdade é que Jesus voltou ao céu e enviou o Espírito Santo, o Consolador, para estar para sempre conosco. Não estamos órfãos. Não caminhamos sozinhos pelos vales escuros da vida. O Espírito Santo consolador está em nós e intercede por nós ao Deus que está sobre nós. 
A terceira verdade é que Jesus vai voltar gloriosamente para buscar sua igreja. Naquele glorioso dia, os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro e os que estiverem vivos serão transformados e arrebatados para encontrar o Senhor Jesus nos ares, e assim, estaremos para sempre com o Senhor. Essas verdades enchem o nosso peito de doçura e abrem para nós uma eterna fonte de consolação!


terça-feira, 12 de maio de 2015

* Precisamos de Músicos com Criatividade, Cristãos Originais, Bons de Bíblia e de Música / Augustus N. Lopes


Faz mais de 30 anos que os "ministérios de louvor" repetem mais do mesmo nas igrejas: estilo banda de rock, solos de guitarra, olhos virados para o céu, gemidos e emoções forçados, letras superficiais, som nas alturas, baterista batendo para quebrar, mocinhas gingando com microfone na mão... já está na hora de superarmos este modelo e achar alguma outra forma de adoração que se adeque mais à busca crescente dos jovens por uma pregação mais bíblica, por uma doutrina mais séria e por um culto mais voltado para Deus. 

 Precisamos de criatividade, músicos cristãos originais que sejam bons de Bíblia e de música, para vencermos este círculo vicioso.







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